quarta-feira, 31 de maio de 2017

TOP 5 - Livros que me surpreenderam


Tudo bem com vocês??? Já fiz um post com os livros que me decepcionaram, caso queira conferir é só clique aqui. Sendo assim resolvi fazer o TOP 5 dos livros me surpreenderam. Então vamos começar:

1. Por favor, cuide da mamãe



A história gira em torno do desaparecimento de Park So-nyo, 69 anos, mãe de 4 filhos e o esposo moravam na aldeia onde ele cresceu. E fazia tempos que os filhos não iam até a aldeia. Pensando que era um fardo fazer duas comemorações, com dois rituais ancestrais próximos, Park So-nyo sugeriu que se reunissem apenas no aniversário do marido, um mês antes do seu.
Ao chegar a Seul para visitar os filhos e comemorar o aniversário dos dois, ela acaba se perdendo no marido em meio à multidão na plataforma da estação de metrô. O marido, que sempre andou na sua frente, durante os mais de 50 anos de casamento, simplesmente supôs que a esposa o seguia, sendo essa é a última vez em que Park é vista.
Após o seu desaparecimento os filhos e o marido começam a procura-la, visitam hospitais, necrotério, delegacias e entregam panfletos pela cidade, tentando encontra-la, mas aos poucos perceber, com grande remorso que nunca a conheceram e que a mamãe já havia desaparecido de suas vidas há muito tempo, muito antes de se perder em Seul.

Quando ouvi falar desse livro, pelo titulo, imaginei que seria um pouco piegas, clichê... Mas terminei a leitura AMANDO o livro e bem surpreendida pelo caminho que a historia tomou. Já tem post sobre o livro aqui no blog, caso queira conferir é só clicar aqui. Infelizmente o livro está esgotado.


2. O Crime do Padre Amaro


        
A sinopse é simples: Luiza, esposa de Jorge, é uma leitora voraz de romances, seu marido é um engenheiro e viaja muito a negócios, e numa dessas viagens, Basílio, primo de Luiza e seu namorado de infância, passa a visitar muito a casa, o que provoca comentários da vizinhança, comentários esses não injustificáveis, já que Luiza e Basílio se tornam amantes. Esse é o enredo do livro.
Tive que ler esse livro no 3º Ano do meu Ensino Médio. E quando a professora passou a leitura eu logo imaginei: LÁ VEM LIVRO CHATO, por se tratar de um livro antigo, do período realista, e na época eu lia basicamente romances policiais. Acabou que eu li o livro, AMEI a historia  tive muita vontade de socar a cara do padre, tive. O que é super normal quando você está lendo Eça. Já tem post sobre o livro aqui no blog, caso queira conferir é só clicar aqui.


3. Cidades Mortas



Esse foi outro livro que tive ler durante o Ensino Médio. Eu conhecia Monteiro por suas obras infantis, e fiquei bastante surpresa quando descobri que ele tinha obras voltadas ao publico adulto, como Negrinha, O Macaco que se fez homem, Urupês, O Presidente Negro e o sensacional Cidades Mortas, que é o meu preferido dentre eles.
Nessa obra Monteiro Lobato apresenta toda sua “irreverência” e seu grande senso crítico. Lobato faz críticas, de forma cômica e bem-humorada, ao governo e seus ministérios, e mostra que apesar do tempo que se passou, a situação do Brasil continua a mesma. Usando como pano de fundo o decadente Vale do Paraíba, Monteiro retrata a desolação provocada pela crise do café. Livro maravilhoso, que me rendeu boas risadas e reflexões; recomendo muitíssimo.


4. Trilogia Jogos Vorazes



A trilogia composta por Jogos Vorazes, Em Chamas e A Esperança me surpreenderam bastante. Trata-se de uma distopia, que se passa no futuro, após vários desastres naturais e destruições provocadas por guerras, onde o que restou da América do Norte se tornou Panem, que é dividida em 13 distritos governados pela Capital, atualmente presidida por Snow. Não sabemos se existem outros países, ou se o único país restante seria Panem, isso não fica claro na obra.
Após uma rebelião mal sucedida contra a Capital, que resulta na aniquilação do distrito 13, é instaurado os Jogos Vorazes: todos os anos se realizam a Colheita, onde são selecionados um casal de jovens, entre 12 e 18 anos, de cada distrito, que são colocados em uma “arena” para lutarem até a morte, e apenas 1 sai vivo.
Nesse primeiro livro conhecemos o funcionamento dos Jogos e sua história. Confesso que eu pensei que não fosse gostar da Trilogia: primeiro pelo tema – jovens tendo de se matar até a morte e logo imaginei um desfecho no melhor estilo “amor salva tudo no final”, com bastante romance e pegação.
Preciso disser que me enganei? E gostei muito das questões politicas e sociais abordadas na obra e a forma com que foram abordadas. Embora creia que um narrativa em terceira pessoa teria dado mais certo.


5. Caixa de Pássaros



Em um mundo de recursos escassos, olhos vendados e um terror persistente, encarar os próprios medos é apenas o inicio da viagem. Quatro anos depois de tudo ter começado, restaram poucos sobreviventes, incluindo Malorie e seus dois filhos pequenos. Morando numa casa abandonada próxima ao rio, ela sonha há tempos em fugir para um local onde sua família possa ficar em segurança. Mas a jornada que têm pela frente será assustadora: 32 quilômetros rio abaixo em um barco a remo, vendados, contando apenas com a inteligência de Malorie e os ouvidos treinados das crianças. Uma decisão errada e eles morrem. E ainda há alguma coisa os seguindo. Será que é um homem, um animal ou uma criatura desconhecida?
A história é envolvente, trás um terror psicológico tão tenso, tão denso que foi difícil fazer pausas na leitura, pela ansiedade por se descobrir respostas, de saber o que vai acontecer, se for possível leia de uma tacada só. Já tem post aqui no blog, caso queira conferir é só clicar aqui.

Então é isso. FICA SUPER MEGA HIPER BLASTER recomendado esses livros.

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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Viajei com: Um corpo na biblioteca - Agatha Christie PAC #7


No post de hoje quero conversar com vocês sobre o livro Um corpo na biblioteca da Agatha Christie. Caso queira comprar o livro, é só clicar no LINK, e se você comprar QUALQUER livro por esse link você ajuda o blog sem nenhum custo adicional.


Agatha é simplesmente SENSACIONAL. Ela escreveu mais de 80 livros policiais, é o grande ícone da literatura policial, sendo conhecida como a Rainha do Crime.
Quando a pessoa escreve mais de 80 livros, é inevitável que alguns sejam melhor que outros. E foi isso que aconteceu, gostei desse livro? Gostei. Entrou no meu TOP 10 da escritora? NO.

MAS VAMOS A HISTÓRIA.

SINOPSE: Certa manhã, na comunidade de Saint Mary Mead, o coronel Bantry e a mulher descobrem, na biblioteca de casa, o corpo de uma jovem, morta por estrangulamento. A polícia é chamada, e assume a investigação, mas a senhora Bantry convida sua amiga, Miss Marple, para ajudar nas investigações.

Gostei MUITO do mistério, achei envolvente, a solução conseguiu me impressionar e me fazer trouxa o livro inteiro – AMO quando isso acontece em romance policial.
Mas como esse é um livro de Miss Marple eu esperava mais participação dela. Ela quase não aparece nesse livro, e a policia aparece muito mais.
Caso queiram conferir outros livros da Agatha, temos aqui no blog post sobre:

·       E não sobrou nenhum
·       Cem gramas de centeio
·       Os treze problemas
·       A maldição do espelho


Então é isso, espero que vocês tenham gostado.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Projeto de Leitura em Conjunto - O Conde de Monte Cristo #5


No post de hoje irei comentar sobre a 4º semana do Projeto de Leitura Compartilhada do livro O Conde de Monte Cristo.
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Já estamos chegando a metade do livro. Vamos aos acontecimentos. Semana passada eu esqueci de mencionar o fato de Dantès oferecer haxixe para Franz durante sua visita a ilha, em uma cena que me lembrou e muito o filme As Branquelas, quando o Latrell toma esctasy... Sério, Franz fica MUITO louco.
Franz e Albert visitam o Coliseu, apesar de toda a recomendação do hoteleiro para ele não irem, devido à presença de Luigi Vampa, um salteador italiano, que está atundo na região. Durante a visita, enquanto Albert conhece o local, Franz o aguarda próximo à entrada.
Enquanto espera Albert, Franz ouve sem querer a conversa entre dois homens, que discutem sobre a libertação de um prisioneiro, que será executado no dia seguinte. Qual é a sua surpresa, quando percebe que um dos homens é seu anfitrião da ilha de Monte Cristo e o outro é salteador Luigi Vampa. E eu tenho CERTEZA que isso foi intencional.
Os dois jovens retornam para o hotel, e são convidados pelo vizinho, o Conde de Monte Cristo, que é Edmond Dantès. Franz fica muito confuso, pois nem o conde, nem seu empregado não dá sinal de reconhecê-lo da sua visita à ilha de Monte Cristo. Franz fica intrigado, com o pé atrás, ao confirmar que uns dos homens que discutiam a libertação de um condenado, mas não menciona nada com Albert, que fica cada vez mais admirado com a personalidade do conde.
Como era habito na época, antes da abertura do carnaval ocorreria a execução de um dos condenados. E é aí que Monte Cristo tem uma conversa SENSACIONAL sobre justiça, vingança e punição. E para nós leitores, que sabemos quem é o conde e tudo lhe aconteceu é incrível.
Nessa cena eu só fiquei pensando – Danglars, Fernand e Villefort vão se arrepender amargamente do dia que traíram Dantès.
Acabado a execução, começa o carnaval. O conde cede sua caleche (uma espécie de carruagem), para que os rapazes aproveitem o carnaval. Os dois, que não haviam conseguido alugar uma, aceitam de bom grado.
Durante os dias de festa, Albert começa a flertar com uma moça fantasiada de camponesa. No ultimo dia de festa, Albert descobre que ela é ninguém menos que a namorada de Luigi Vampa, o salteador, que rapta Albert e pede um valor que nem Albert nem Franz possuem.
Franz por decide pedir ajuda ao conde, que consegue libertar Albert, que lhe fica eternamente grato. E se oferece para apresenta-lo a sociedade francesa, que o conde afirma não conhecer. E o conde marca uma visita a Albert pra dali 3 meses. Franz, que continua cismado com o conde, comenta com Albert sobre o que ouviu no Coliseu. Albert não dá importância e os dois se separam. Os três meses se passam, e o conde chega pontualmente a casa de Albert, que o aguarda juntamente com alguns amigos.

E é aqui que terminamos nossa leitura dessa semana. Nessa semana que vem leremos na Parte 3, do capítulo 2 (O café-da-manhã) até o capítulo 12 (A Família Morrel). Espero que tenham gostado, beijos e até a próxima.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

TAG: Disney


Tudo bem com vocês???
Espero que sim! Essa semana está EXTREMAMENTE corrida, exaustiva e com certas decepções, mas vamos ao que interessa. No post de hoje irei responder a Disney Book Tag.
A TAG foi criada pelo canal Katytastic, e foi traduzida pelo canal Magia Literária. Eu vi a TAG no canal da Aione, Minha Vida Literária.
Então vamos as perguntas:

1. A Pequena Sereia: Um personagem fora do seu ambiente, um “peixe fora d'água”.


Ifemelu , de Americanah. Em vários momentos percebemos que ela está mais perdida que cego em tiroteio, surdo no bingo. Já tem post aqui no blog, LINK.


2. Cinderella: Um personagem que passa por uma grande transformação.


Anabelle, de Uma Mulher Livre. Em vários momentos eu pensei: já deu, chega de tragédia, é muita coisa ruim acontecendo para um livro só. Já tem post aqui no blog, LINK.


3. Branca de Neve: Um livro que tem um elenco bem eclético.


Temos hobbit, elfos, entes, magos, homens... Bem variado. Já tem post aqui no blog, LINK.


4. A Bela Adormecida: Um livro que te colocou para dormir.



Não consegui me apegar aos personagens, me importar com a história. Já tem post aqui no blog, LINK.


5. O Rei Leão: Um personagem que teve um episódio traumático na infância.



Amir e Hassan, do livro O Caçador de Pipas. Assim com em Uma Mulher Livre, em vários momentos eu pensei: já deu, chega de tragédia, é muita coisa ruim acontecendo para um livro só.


6. A Bela e a Fera: Um livro grande, que te intimidou, mas que você descobriu ser muito bonito/bom.



Amo esse livro. Já tem post aqui no blog, LINK.


7. Aladdin: Um personagem que teve seu desejo realizado, seja para o bem ou para o mal.



Ainda estou lendo, mas estou amando. E nele temos Dantès, que é preso injustamente, enquanto estava preso ele intenta sua vingança contra todos que os traíram. E consegue.


8. Mulan: Um personagem que finge ser o que não é;



Amaro, de O Crime do Padre Amaro. Que o sujeitinho desprezível. Já tem post aqui no blog, LINK.


9. Toy Story: Um livro que tem personagens que você gostaria que se tornassem reais;




Amaria bater um papo com Dumbledore, e com Lupin (claro que fora da lua cheia).


10. Descendentes: vilão ou personagem ambíguo favorito.



Javert, de Os Miseráveis. Já vi um vídeo sobre o musical, de 2012, onde a pessoa reclamava que Russell Crowe não dava um ar de vilão ao personagem. Mas é aí que está. Javert não é um vilão, é uma pessoa que muito legalista, que cumpre seu dever a risca.



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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Viajei com: Por Lugares Incríveis - Jennifer Niven


Tudo bem com vocês? Hoje quero conversar sobre o livro Por Lugares Incríveis da Jennifer Niven. 

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Sinopse: Dois jovens prestes a escolher a morte despertam um no outro a vontade de viver. Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.
Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

Devo confessar que não curtir tanto assim o livro. Gostei do livro? SIM. Só que não achei essa coisa INCRÍVEL que todos falam.
Talvez tenha sido a bendita expectativa, talvez seja o momento em que eu li. Não sei. Gostei da escrita da autora, achei MUITO pertinente os temas abordados: depressão, separação e relacionamento familiar, luto, para citar alguns. Mas não consegui me conectar aos personagens. Pode ser que eu tenha um coração de pedra??? Não sei. Eu chorei igual criança com a conversa entre Katniss Everdeen e o gato da Prim no final de A Esperança, caso queira ler a conversa que contêm SPOILER clique aqui. Fico triste só de pensar na cena do Harry na Floresta Proibida conversando com o Lupin, caso queira ler a conversa que contêm SPOILER clique aqui.
Mas lendo esse livro não senti conexão nenhuma com os personagens. Isso não quer disser que o livro seja ruim, pelo contrário, como já disse, o livro é bem escrito e aborda VÁRIOS temas importantíssimos. simplesmente não achei tudo isso que todos falam.

Então é isso. Espero que tenham gostado. Caso tenha interesse em ler o livro – LEIA. Beijos e até a próxima.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Projeto de Leitura em Conjunto - O Conde de Monte Cristo #4



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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Citação: Extraordinário - R. J. Palacio


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Caso queira ler o post sobre a obra, é só clicar no LINK.

Beijos e até a próxima.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Viajei com: A Verdade sobre Nós - Amanda Grace


No post de hoje quero comentar com vocês sobre o livro A Verdade Sobre Nós de Amanda Grace. E eu não sei bem por que comprei esse livro. É aquela velha história, estava comprando livros na promoção da Submarino, precisava de um para o frete ser grátis... acabei comprando ele. Mas vamos à história.

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SINOPSE: Madelyn Hawkins está cansada. Cansada de ser sempre perfeita. Cansada de tirar A em tudo. Cansada de seguir à risca os planos que os pais fizeram para ela. Cansada de ser algo que não é, algo que não quer ser. Pressionada pelos pais a participar de um programa para jovens talentos, Maddie pulou dois anos do Ensino Médio e está cursando matérias na faculdade.
E então ela conhece Bennet Cartwright. Inteligente, sensível, divertido. Uma história que poderia muito bem ter um final feliz, não fosse por um detalhe: Maddie tem apenas 16 anos, e Bennet, além de ter 25 anos, é professor dela.
Para dar uma chance a esse novo relacionamento, ela decide não contar a Bennet sua idade. Não demora muito para que as coisas comecem a dar errado, e os efeitos da farsa de Maddie ganham contornos destrutivos quando a verdade sobre os dois vem à tona.


A história é toda narrada no formato de cartas de Madelyn endereçadas a Bennet, então de certa forma, o título poderia ser “A minha verdade sobre nós – por Madelyn”, já que temos a historia toda pela visão dela.
A jovem começa a primeira carta deixando claro que sente muito pelo sofrimento causado, que não imaginaria que sua decisão traria tamanha dor para a vida de Bennet. Ou seja, logo no começo já ficamos imaginando mil e um desfechos para a história. Sabemos que algo separou o casal, mas não sabemos o que, nem como e nem quando – fato que torna a leitura rápida e aflitiva. Ponto para autora.
Além de focar no romance, a autora traz os conflitos internos da protagonista, que tem 16 anos e é totalmente controlada e cobrada em demasia pelos pais, o que vem irritando e muito ela, mas um ponto a favor da autora.
Eu entendo que a temática central do livro seja a discussão sobre o envolvimento de uma menor de 16 anos com um homem maior de idade, abordando aspectos legais e culturais, e por isso esse tema tenha um desenvolvimento maior.
Mas, em minha opinião, a história poderia ter sido MUITO mais profunda. Alguns pontos poderiam ter sido mais discutidos, como por exemplo, a estrutura familiar de Maddie, que é interessante. O que não foi possível devido à escolha narrativa (em primeira pessoa), uma vez que temos apenas o ponto de vista de Maddie.
E como a maioria dos adolescestes, Maddie é intensa demais, em tudo, na irritação que tem pelo controle dos pais, na paixão que sente por Bennett. E devo confessar que eu não me dou bem com esse tipo de personagem. Em suma: a Maddie não me agradou...
O romance entre ela e Bennett não me convenceu. Durante toda a leitura eu senti que Maddie usou esse relacionamento para irritar e desafiar os pais, como uma forma de se provar perante os pais.

Se estiver a fim de ler, não desista, mas não eleve muitos as expectativas e curta a leitura! Então é isso, espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Projeto de Leitura em Conjunto - O Conde de Monte Cristo #3




Semana 1

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Bela e a Fera - Editora Zahar (Detalhes)


Tudo bem com vocês??? No post de hoje irei mostrar detalhes do livro Bela e a Fera, da editora Zahar, que trás a versão Jeanne-Marie Leprince de Beaumont publicada em 1756 e a versão publicada pela Madame de Villeneuve que foi publicada em 1740.

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Como já disse, A Bela e a Fera é meu conto de fadas favorito. Tenho a edição A Bela e a Fera ao redor do globo, que já li e fiz post juntamente com o livro A Fera em Mim, que conta a história da Fera. Caso queira conferir o post é só clicar AQUI.





Tenho também essa edição da editora Poetisa que trás apenas a versão de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont que também não li, mas já tem post mostrando os detalhes – caso queira conferir o post é só clicar AQUI.




Recentemente comprei o livro Pop Up, estou aguardando ansiosa a chegada dele. E farei um post mostrando detalhes da edição.




Agora falta comprar Um conto às avessas de A Bela e a Fera, da editora Novo Século.



E pesquisando edições especiais, achei essas suas lindezas, sendo que uma delas teve seu projeto gráfico elaborado por ninguém menos e Mina Lima, que é umas das reesposáveis pelo setor de desing dos filmes de Harry Potter. Vi um vídeo mostrando detalhes do livro e ele está simplesmente SENSACIONAL.





Agora chega de conversa e vamos aos detalhes dessa edição.













Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Viajei com: A Luneta Âmbar - Philip Pullman


Tudo bem com vocês??? No post de hoje quero comentar com vocês sobre o livro A Luneta Âmbar de Philip Pullman. Já tem post sobre os dois primeiros volumes, A Bússola de Ouro e A Faca Sutil, caso queira conferir.

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Por se tratar do 3º volume não vou postar uma sinopse para não dar SPOILER dos volumes anteriores. Irei apenas comentar sobre a série em geral.


A série começa bobinha, com crianças procurando duendes sequestradores de crianças, mas vai crescendo, tomando um ar sombrio, pesado, que sinceramente não sei se recomendaria para uma criança.
Já em a “A Faca Sutil” a série se torna muito polêmica, ousada e me atrevo a dizer... um tanto agressiva. Para mim foi um surpresa o rumos tomados pela história. O final me surpreendeu bastante.
Gostei MUITO da escrita do autor, a narrativa é ágil e envolvente, fazendo com que o leitor relute em deixar o livro de lado. Já a história é inteligentíssima, muito bem amarrada e sem lacunas, embora alguns acontecimentos não tenham me agradado, nada fica sem resposta.
Como já tinha dito no post sobre o segundo volume, gostei MUITO dessa trilogia, mas já fica avisado: se você é uma pessoa muito religiosa e não gosta de livros que questionam isso eu não te recomendo a história, pois eu sou evangélica, e não me considero extremista e mesmo assim certos pontos da historia me incomodaram.
Após a leitura do terceiro volume, ficou mais latente ainda, a sensação que o autor segurou a mão nos acontecimentos do segundo volume e simplesmente soltou de uma vez no terceiro. Onde muitas coisas acontecem, e algumas em rápidas sucessões.

Então é isso, espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.