quarta-feira, 20 de junho de 2018

TAG - 50%



Tudo com vocês? No post de hoje irei responder a TAG dos 50%. Sem enrolação vamos às perguntas.

1. O melhor livro que você leu até agora, em 2018.



Com toda a certeza As boas mulheres da China. Li o livro aos poucos, pois são várias histórias tocantes, pesadas e o pior de tudo REAIS. Já tem  post aqui no blog, onde comento um pouco mais sobre ele.


2. A melhor continuação que você leu até agora, em 2018.



Pensa numa pessoa que está AGONIADA para terminar essa série. Eu amei Cinder, e Scarlet não deixou a desejar como segundo livro, já tem post aqui no blog para ambos. E uma das minhas metas para esse ano é concluir essa série.


3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito.



Poderia citar Harry e o Prisioneiro – Edição Ilustrada, mas eu já li na edição normal, mas quero muito essa edição ilustrada. Então decidi citar Um Amor Perdido.
Sinopse: Separados pela guerra, ligados pela memória: uma história envolvente e instigante no rastro da Segunda Guerra Mundial.
Na Praga do pré-guerra, Lenka, uma jovem estudante de arte, apaixona-se por Josef, um médico recém-formado. Eles vivem cheios de ideais e de sonhos para o futuro, mas também são judeus e muito ligados à família. Casam-se, mas, pouco tempo depois, como tantas outras famílias, são separados pela guerra. As escolhas impostas pelo destino os afastam, mas deixam marcas permanentes: o caos e as informações truncadas dos tempos de guerra os levam a crer que o outro morreu.
Na América, Josef torna-se um obstetra bem-sucedido e constrói uma família, apesar de nunca esquecer a mulher que acredita ter morrido. No gueto de Terezín, Lenka sobrevive graças aos seus dotes artísticos e à memória de um marido que julgava nunca voltar a ver. Apesar de todas as provações e dos infortúnios, mantém a chama daquele primeiro amor acesa, guardada em seu coração.
Da glamorosa vida em Praga antes da ocupação aos horrores da Europa nazista, Um amor perdido explora o poder do primeiro amor, a resiliência do espírito humano e a eterna capacidade de recordar.


4. O livro mais aguardado do segundo semestre.



Sinopse: Wizarding World News – o jornal da magia oferece uma nova perspectiva sobre a série Animais fantásticos. Em um compêndio escrito em linguagem acessível e, projetado para imitar um jornal de verdade, no estilo dos jornais vistos nos filmes. Um livro repleto de curiosidades sobre a produção cinematográfica, bem como dos personagens e criaturas presentes no filme, além de fatos desconhecidos do público e reflexões dos cineastas e atores que não podiam ser reveladas até o momento. Um verdadeiro paraíso para os fãs do Mundo Mágico. A edição acompanha um caderno em cores do jornal Edição noturna, que oferece fotografias exclusivas e uma prévia do que o futuro reserva para Newt, Jacob, Tina e Queenie na sequência da série, Animais fantásticos: os crimes de Grindewald.


5. O livro que mais te decepcionou esse ano.


Não vou comentar muito sobre esse livro, pois já há post sobre ele aqui no blog.

        
6. O livro que mais te surpreendeu esse ano.


Toda luz que não podemos ver já tem post aqui no blog.


7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente).



Não digo favorita, mas gostei muito da escrita da Letícia Wierzchowski, autora de A Casa das Sete Mulheres, e pretendo ler mais obras dela.


8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente.


Gustavo da trilogia Encantados <3 o:p="">


9. Seu personagem favorito mais recente.



Não teve nenhum personagem que me encantou.


10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre.



Nenhum


11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre.
  
Trilogia Encantados, MUITO, MUITO engraçado. Já tem post para os três livros no blog:










12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora, em 2018.



Esse livro é muito amor, e o filme conseguiu traduzir toda a atmosfera da história para as telonas. Extraordinário é incrível.


13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo).


Gostei de muito escrever o post sobre A Escola do Bem e do Mal, embora tenha me decepcionado com o livro, amei escrever e desabafar.


14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano.


The Beauty and the Beast – e caso queira conferir os detalhes já tem vídeo no canal.


15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?

Tem uma pequena lista, vamos a ela:










Então é isso, espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Viajei com: Os últimos casos de Sherlock Holmes - Sir Arthur Conan Doyle



Tudo bem com vocês??? No post de hoje irei comentar Os Últimos Casos de Sherlock Holmes. Sherlock é muito amor. Esse livro é composto por 8 contos. E vou comentar um pouquinho sobre cada um deles. O livro conta com um prefácio, escrito pelo Watson, contando que na época da publicação Sherlock estaria aposentado, sofrendo de reumatismo, e se dedicando a apicultura.



O caso da Vila Glicínia: Um homem que é convidado por um recém-conhecido a passar uma noite em sua propriedade, até aí beleza, mas quando se vê sozinho na casa, ele decide procurar Sherlock para tentar descobrir o que está acontecendo.

O caso da caixa de papelão: quando uma pacata senhora recebe um par de orelhas numa caixa de papelão, Sherlock entra na jogada. Apesar de simples é um caso bem sinistro.

O caso do círculo vermelho: donzela indefesa, sociedade secreta, ação e um suspense bem envolvente.

O caso dos planos do Bruce-Partington: quando parte de planos muito importantes para a defesa do país são com um cadáver, Mycroft, irmão de Sherlock, coloca seu irmão no caso.

O caso do detetive agonizante: foi um dos que achei mais interessante desta coletânea. Watson encontra Sherlock agonizando e o último pedido do amigo é a ajuda de um especialista em doenças tropicais.

O caso do desaparecimento de lady Frances Carfax: Sherlock investiga o desaparecimento de lady Frances. Conto super envolvente e acho que nunca torci tanto para Sherlock conclui seu caso com êxito.

O caso do pé do diabo: enquanto tenta descansar no campo, Sherlock se envolve num caso extraordinário. Quando jovens saudáveis acabam mortos ou insanos. Creio que seja meu preferido nessa coletânea.

Seu último caso – Um epílogo de Sherlock Holmes: é interessante que no início não vemos temos a presença de Holmes e nem de Watson, mas sabemos que ele de alguma forma estão envolvidos. É super interessante o fato de que temos os rumores da I Guerra Mundial como pano de fundo da narrativa.

Então é isso, fica imensamente recomendado, afinal de contas, Sherlock é sempre uma excelente pedida. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até a próxima.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Viajei com: Meio Sol Amarelo - Chimamanda Ngozi Adichie



Tudo bem com vocês??? Espero quem sim. Antes de comentar sobre o livro de hoje, responda rápido: quantos livros você já leu sobre a II Guerra Mundial?? Eu li nove e tenho dois na lista de próximas leituras. E quantos sobre Biafra??? Bem esse foi meu primeiro e devo confessar que não me lembro de ter ouvido falar sobre essa guerra.
No post de hoje irei comentar um pouco sobre o livro Meio Sol Amarelo da incrível escritora Chimamanda Ngozi Adichie. Esse é o quarto livro que leio da autora e:



Estou amando cada vez mais a escrita dela. A autora, nigeriana da família Ibo, já publicou 6 livros: Hibisco Roxo (MARAVILHOSO e meu preferido até o momento), Meio Sol Amarelo, No Seu Pescoço, Americanah, Sejamos Todos Feministas e Para Educar Crianças Feministas. Quero MUITO ler No Seu Pescoço, que é uma coletânea de contos e Para Educar Crianças Feministas.
A autora aborda temas complexo e não tem dó de colocar o dedo na ferida e expor sua opinião. Em Hibisco Roxo ela aborda a violência doméstica, já em Meio Sol Amarelo o tema é a Guerra civil nigeriana, em Americanah a bola da vez é preconceito racial e cultural dentro e fora da Nigéria, em Sejamos Todos Feministas, como fica implícito pelo título, o feminismo é que está em pauta. E claro que a hipocrisia social não fica de fora em nenhuma dessas obras.
Mas chega de conversa em vamos a história do livro.

SINOPSE: Em meio à guerra fratricida que dividiu a Nigéria com a malograda tentativa de fundação do estado independente de Biafra, um grupo de pessoas busca provar a si mesmas e ao mundo que é capaz não só de sobreviver, mas também de resguardar seus sonhos e sua integridade moral.
Garoto de aldeia, Ugwu procura se ajustar a uma realidade em rápida transformação. Olanna é uma moça da alta sociedade que se torna professora universitária e vive com Odenigbo, que abraça a causa revolucionária. Jornalista com ambição de se tornar escritor, Richard se apaixona pela irmã de Olanna, Kainene, figura esquiva, que reage com pragmatismo ao desmoronamento da nação.
Baseado em fatos reais transcorridos na década de 1960, este romance da premiada escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie vai além do mero relato, transformando- se em um grandioso painel sobre indivíduos vivendo em tempos de exceção, um livro que a crítica internacional aproxima de V. S. Naipaul, Chinua Achebe e Nadine Gordimer.


Se você está esperando um livro com batalhas, tiros, porradas e bombas, procure outro livro, o foco dessa obra não é o conflito em si, e sim como a população de Biafra enfrentou a guerra, como a guerra afetou a sociedade Ibo. É lógico que temos descrições de bombardeios, massacres (cenas bem gráficas por sinal), mas do ponto de vista de civis.
Além disso a autora não se atém aos aspectos culturais ou políticos que levaram a guerra, é claro que eles estão presentes no livro, mas o foco é em como a guerra afetou a população de Biafra (região que tentou se separar da Nigéria), que em sua bandeira tinha um meio sol amarelo, que inspirou o título do livro.



A história não é contada de forma cronológica, sendo narrada em 3º pessoa sobre três pontos de vista: Richard, um jornalista britânico, “namorido” de Kaenene, que se muda para a Nigéria para escrever um livro sobre a arte Igbo-Ukwu.




Olanna, nigeriana de família rica, professora universitária, irmã gêmea de Kaenene, e namora Odenigbo.




Ugwu, um garoto que morava em uma aldeia, que foi levado para a cidade para trabalhar para Odenigbo.




Além disso, há um livro sendo escrito dentro da obra, com o título bem sugestivo de “O Mundo estava calado quando nós morremos”. Afinal esse é um tema praticamente ignorado pela maioria das pessoas. Achei muito interessante a parte histórica, pois era totalmente leiga sobre a história da Nigéria, não que eu saiba muito agora, mas o livro me despertou o interesse em aprender um pouco sobre esse país.
Achei os personagens bem construídos e muito realistas, com suas qualidades e seus defeitos.
Devo alertar que há MUITAS cenas “hots” nessa história, o que em opinião torna o livro +18, e aproveito para confessar que as descrições dessas cenas me incomodaram MUITO pelo tipo de linguagem utilizada, sim sou fresca quanto a isso.
Esse foi o único livro da autora adaptado para o cinema, lançado em 2013, que claro teve muito enredo cortado, afinal o livro tem mais de 500 páginas, mas manteve a essência da obra. E gostei MUITO de na edição eles acrescentarem mapas que nos ajudam a nos localizarmos no espaço e trechos com imagens reais da guerra. Além disso, o filme é narrado de forma cronológica, ao contrário do livro. O filme recebeu classificação +16, mas uma classificação +18 seria mais adequada.



Esse não é meu livro preferido da autora, mas super recomendo a leitura. Então é isso, espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.