segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Viajei com: O Sinal dos Quatro - Sir Arthur Conan Doyle


Tudo bem com você???
Hoje irei comentar um pouco sobre o livro O Sinal dos Quatro de sir Arthur Conan Doyle, que é o segundo livro e o segundo romance sobre Sherlock Holmes. O livro foi publicado originalmente pela Lippincott’s Magazine em 1980 com o título de The Sign of the Four.

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Nesse romance conhecemos Mary Morstan, uma órfã que procura a ajuda de Holmes, quatro anos após o desaparecimento de seu pai, a moça começou a receber anualmente uma pérola de grande valor, e no sexto ano, sem saber o motivo nem quem as mandava, ela recebe um bilhete do remetente das pérolas, marcando um encontro. No bilhete a pessoa a autoriza a chamar dois amigos para acompanha-la, caso ela estivesse com medo, sendo assim Holmes e Watson a acompanham. A partir desse encontro se desenrola toda a história, que é mais focada no mistério em si e na ação do à história anterior.
Podemos perceber que há uma maior intimidade e uma amizade mais profunda entre Watson e Sherlock, bem como um amadurecimento da escrita do autor e dos personagens em comparação a Um Estudo em Vermelho, e um espaço maior para os métodos de Holmes.
Essa não é meu livro preferido do cânone, mas ele é instigante, prende a atenção, provoca ansiedade, pois há muita ação no decorrer da narrativa. Sobre a edição, eu já mostrei alguns detalhes dela no post sobre Um Estudo em Vermelho, caso queiram conferir é só dar uma olhadinha no post.

Fica muito recomendada a leitura, pois Sherlock é muitoamor.com.br. Espero que tenham gostado, beijos e até a próxima.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Metas literárias e respeito a opinião alheia.

OLÁ... OLÁ... OLÁ...
Tudo bem com vocês??? Bem o post de hoje é para discutir um pouco sobre metas literárias e respeito a opinião alheia.


Embora o final de ano já tenha passado, e já estamos entrando na reta final do 1º trimestre do ano, resolvi falar sobre esse tema, pois me lembrei de uma discussão, que surgiu em um grupo que participo, sobre METAS. Algumas pessoas começaram a criticar quem estava participando do desafio de leitura proposto no grupo, outras defendendo...
ONDE ESTÁ O RESPEITO PELA OPINIÃO ALHEIA? ONDE ESTÁ??? Quando eu falo de respeito não estou dizendo que você deva concordar cegamente com tudo, mudar a sua opinião, ou até mesmo se calar, mas existe uma enorme diferença entre expor sua opinião e atacar a opinião alheia de forma ofensiva. Bem como uma diferença enorme entre uma pessoa simplesmente não concordar com sua opinião e ODIAR você ou desejar que você morra... Calma lá...
Usando o motivo da discussão, vou tentar exemplificar minha opinião:

·       Há pessoas que não gostam de estabelecer metas para leituras, pois se sentem obrigadas a cumprir essa meta e devido a esse sentimento de obrigação, que tira o prazer de ler, ela não flui, resultado: FLOPAM.

·       Há pessoas que AMAM fazer essas metas, e eu me incluo, por diversos motivos. No meu caso, a meta me ajuda a ter disciplina e evita a procrastinação da leitura, pois eu sou mestre nisso: procrastinar... a meta me incentiva a criar uma rotina de leitura e a não acumular tantos livros não lidos na estante. Tanto é que estou participando de dois desafios literários: Desafio Literário e Desafio de Leitura. E quero ver se ano que vem participo do Desafio Livrada.

Mas afinal de contas, as metas são legais ou não??? \_O_/
Aí, nesse caso vem a velha e boa resposta quando a pergunta é de cunho pessoal: DEPENDE. Depende de que??? De você, dos seus hábitos, dos seus gostos... De tanta coisa, então antes de atirar pedra no coleguinha e criticar as escolhas dele, pare, analise o coleguinha, leve a personalidade dele em consideração, e claro pense antes de falar.

Eu sei que ficou uma bagunça esse post, uma mistureba danada, mas acredito que tenha conseguido me expressar legal. TOMARA. Espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

TAG Livros + Emoções (Sentimentos Literários)

 

Tudo bem com vocês? Hoje eu vou responder a TAG Livros + Emoções (Sentimentos Literários), que no canal da Tatiana Feltrin. Então vamos lá:


Que livro fez você se sentir:

1) FELIZ?



São três peças de teatro e cada uma é mais engraçada que a outra. Muito engraçado e divertido.


2) TRISTE?


Sem comentários, simplesmente leiam. Esse livro é muito bom, muito triste, mas incrível. Já fiz um post sobre o livro: clique aqui.


3) NERVOSA (COM RAIVA)?



Li ele recentemente, e o raiva do Hugo, oh menino chato e pentelho. Já fiz um post sobre o livro: clique aqui.


4) NOSTÁLGICA?



Preciso explicar??? Snoppy é muito amor. Já falei deles aqui no blog: clique aqui.


5) ASSUSTADA?



SOU MEDROSA PACAS, então não curto muito livro de terror, mas esse livro me assustou bastante.


6) SURPRESA?


Como eu conhecia NADA sobre a história do Rei Arthur, a não ser que ele tirou a espada Excalibur da pedra, foi uma surpresa atrás da outra nessa série. Já fiz um post sobre o livro: vol. 1vol. 2vol. 3vol. 4.


7) DESAPONTADA?



Não a história seja ruim, mas de certa forma a história não me convenceu, não fluiu. Já fiz um post sobre o livro: clique aqui.


8) ANGUSTIADA, AFLITA, AGONIADA...?


O principal motivo são os spoiler dado pelo próprio autor, ao longo da narrativa; que nos deixam ansiosos, aflitos, angustiados, agoniados... tudo junto.  Já fiz um post sobre o livro: clique aqui.


9) CONFUSA?


Quem leu irá concordar que o livro é de “pirar o cabeção”... em especial o final. Mas depois quando você assenta os pensamentos e eles vão se encaixando, a história se torna UAU...


Caso queira comprar alguns dos livros, é só clicar no LINK, e se você comprar QUALQUER livro por esse link você ajuda o blog sem nenhum custo adicional. Beijos e até a próxima.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Viajei com: A Estrela que nunca vai se apagar - Família Earl

OLÁ... OLÁ... OLÁ... Tudo bem como vocês????
Hoje quero compartilhar minha experiência de leitura do livro A Estrela que nunca vai se apagar.


Para quem não sabe, o livro relatam a trajetória de Esther Earl, que inspirou John Green a continuar o livro mais famoso: A Culpa é das Estrelas, mesmo a história de Hazel não sendo a história de Esther.
O livro é um compilado de cartas, posts, e-mails, entre outros escritos da família Earl e amigos de Esther, inclusive John Green, que mostram sua luta durante 4 anos contra o câncer de tireoide, que acabou se espalhando.
A forma como a história é organizada é sensível, sem ser apelativa, mostra vários lados da Esther: sua simplicidade, alegria, seu apego a família; não apenas sua doença. Há vários trechos engraçado, outros tristes, e claro, a história de Esther nos faz refletir sobre várias coisas. 

A edição está LINDA...      Bem colorida, com muitas fotos e alguns fac-símiles. Realmente foi feito um ótimo trabalho de edição, mas a tradução... senti que algumas frases ficaram truncadas, soando estranhas...





Bom, não vou me estender muito, pois é indescritível os sentimentos experimentado durante a leitura. Então fica muito recomendado o livro. Espero que tenham gostado.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Meus hábitos de leituras #2

OI, já faz uns dias que não posto, pois não estava bem, estava com muitas dores nas articulações, principalmente nas mãos e nos pés... Por isso estava difícil digitar, mas já estou melhor, e vou voltar à rotina normal de postagens.
Hoje quero dar continuidade à série de postagens sobre meus hábitos referentes aos meus livros. Já fiz algumas postagens sobre o tema:


Nesse post quero comentar sobre o controle que mantenho da minha mini-biblioteca. Quando compro ou ganho um livro eu costumo marcar no bom e velho SKOOB que tenho o livro e posto uma foto no álbum que tenho no Facebook, pois caso alguma alma bondosa queira me presentear saberá qual livro eu já tenho.
Além disso, eu marco em um caderno alguns detalhes referentes as compras:







E você? Mantêm algum tipo de controle sobre sua biblioteca? Espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

OITAVO HARRY POTTER - SOCORRO


ACUDAM-ME... O ROTEIRO DA PEÇA DE TEATRO ESCRITA PELA J. K. ROWLING, QUE SERÁ UMA “CONTINUAÇÃO” DE HARRY POTTER SERÁ LANÇADA EM LIVRO.... A noticia saiu lá no Pottermore estão é CERTEZA...




SOCORRO.... ANSIEDADE A MIL... SÓ VIM SURTAR UM POUCO AQUI. BEIJOS


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Viajei com: A Arma Escarlate - Renata Ventura

Olá... tudo bem???
O post de hoje é para falar sobre o livro A Arma Escarlate de Renata Ventura. O livro foi lançado em 2011 pela editora Novo Século, e é o primeiro livro de uma série, sendo que o segundo volume já foi lançado em 2014, com o título A Comissão Chapeleira.



SINOPSE: O ano é 1997. Em meio a um intenso tiroteio, durante uma das épocas mais sangrentas da favela Santa Marta, um menino de 13 anos descobre que é bruxo. Jurado de morte pelos chefes do tráfico, Hugo foge com apenas um objetivo em mente: aprender magia o suficiente para voltar e enfrentar o bandido que está ameaçando sua família. Neste processo de aprendizado, no entanto, ele pode acabar descobrindo o quanto de bandido há dentro dele mesmo.

A obra surgiu a partir de uma entrevista concedida pela J. K. Rowling, onde ela dá liberdade para que outros escritores escrevam sobre as escolas de magia espalhadas pelo mundo. Renata sendo Potterhead de carteirinha resolve escrever sobre uma das escolas de magia brasileira, sim, uma das... Segundo a Renata Ventura, no Brasil teríamos 5 escolas, uma em cada região. Ela cita Harry Potter muita vezes durante a narrativa, mas sempre de forma indireta.
O livro tem vários pontos positivos e vários pontos que me incomodaram MUITO, mais MUITO mesmo. Eu não vou me referir sobre a ambientação da história, que é a vida em uma comunidade ainda dominada pelo tráfico, pois eu não conheço, já que a minha realidade sempre foi a de uma cidade do interior do interior do Brasil, onde a busca pelo ouro e a pecuária sempre predominaram. Chega de enrolação e vamos aos pontos positivos e aos que me incomodaram.

PONTOS POSITIVOS
  
·       É muito interessante como a autora consegue usar esse universo mágico para tratar de VÁRIOS problemas brasileiros: corrupção, desigualdade social, preconceito, e principalmente – problemas relativos ao sistema educacional.
·       Como no Brasil há uma cultura religiosa muito forte o tema não poderia ficar de fora, sendo o respeito às diferenças um tema presente na obra, bem como o autocontrole, principalmente quando se tem um grande poder e habilidade.
·       E há uma forte critica a importação cultural desenfreada e sem nenhum filtro ou analise.
·       A escrita da autora é boa, é fluída e os acontecimentos nos prende a atenção.


PONTOS NEGATIVOS
  
·       O Hugo é um PORRE, arrogante, mimizento, egoísta, adora o papel de vitima, mesmo quando sabe que está errado, e principalmente magoa por magoar e em vários pontos da narrativa quis dar uns sopapos nele. Vou colocar como ponto negativo, mas tenho a esperança que ele irá amadurecer durante a série.
·       Os adultos são muito irresponsáveis, muito mesmo.
·       E ficaram várias pontos soltas, mistérios não resolvidos, mas creio que ser esclarecidos nos próximos volumes.
·       Não consegui sentir empatia pelos personagens, com exceção do Capí, ou Ítalo.



Eu levantei pontos negativos, mas isso não quer dizer que eu ODIEI o livro, pois não é verdade, pois ele trás muitos pontos interessantes e reflexivos. Também não quer que você se incomode com os pontos que eu levantei ou gostará dos pontos positivos que eu elenquei. Para finalizar, se você tem vontade de ler a série, leia e tire suas próprias conclusões.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Correio Coruja de Janeiro


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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Viajei com: As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky

OLÁ... OLÁ... OLÁ... Tudo bem???
Hoje quero compartilhar com vocês minha experiência de leitura do livro As vantagens de ser invisível de Stephen Chbosky. Eu ganhei esse livro da linda da Jéssica Rodrigues, de Amigo Secreto de Halloween no ano passado.

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O livro foi publicado em 1999, com o título The Perks of Being a Wallflower, o que numa tradução mais literal seria: os benefícios de um chá de cadeira, ou os benefícios de sentar e observar... ou algo do tipo. O livro foi traduzido e publicado pela Editora Rocco em 2007.
O livro é TODO narrado em cartas, que são escritas por rapaz de 15 anos, que mora com os pais e os irmãos, sendo ele o mais novo, o rapaz se denomina Charlie. As cartas são para alguém que ele conhece apenas de nome, mas essa pessoa não sabe quem é ele realmente e em momento algum nós descobrimos para quem são essas cartas, nem ao menos se é para um homem ou para uma mulher, pois ele sempre começa por “Dear friend”. Então de certa forma as cartas são endereçadas a nós, leitores.
As cartas são enviadas durante um ano, entre 1991 e 1992. Durante suas cartas Charlie nos conta sobre sua introversão, a descoberta da sexualidade, relacionamento com a família, o uso de drogas e outros assuntos comuns na adolescência. Durante o livro Charlie sempre menciona os livros que está lendo, que são indicações de seu amigo e professor de inglês, que o incentiva a escrever e a desenvolver a analise.
O irmão de Charlie está indo para a faculdade e sua irmã está no último ano e ele está com medo do ensino médio, pois sempre foi um garoto introvertido, além disso, Charlie apresenta alguma patologia psiquiátrica, não sabemos ao certo o que, mas ele precisou ficar internado quando criança e teme constantemente uma recaída, apesar de ser um rapaz muito inteligente e conseguir ótimas notas.
Algumas cartas são engraçadas ou cômicas, outras preocupantes e “tensas”, outras reflexivas. Por esse motivo é considerado polemico e banidos de algumas escolas no EUA. O livro trás vários questionamentos, como: até que ponto a amizade influência no comportamento de uma pessoa, ou é o nosso comportamento que nos leva a ter determinadas amizades? Qual o limite para os cuidados paternos, sem sufocar a personalidade dos filhos? E quando esse filho necessidade de um acompanhamento a mais??? Embora esses questionamentos não apareçam diretamente no livro, eles aparecem durante a leitura.
A obra foi adaptada para o cinema em 2012. A adaptação agradou alguns, desagradou outros... Levando em consideração que o próprio autor foi o diretor do filme, creio que deva te saído do agrado dele. Mas como adaptação de um livro que se passa basicamente na cabeça de um único personagem, foi uma boa adaptação.


Fica recomendada a leitura. Beijos e até a próxima.


PS: sobre a patologia psiquiátrica de Charlie, alguns dizem que ele é depressivo, já no filme ele foi tido como esquizofrênico. Nunca saberemos.