sexta-feira, 31 de março de 2017

Meu Novo Cenário









quarta-feira, 29 de março de 2017

TOP 5 - Melhores Adaptações



Os miseráveis

Jogos Vorazes

Em Chamas

A Esperança

Perdido em Marte

Auto da Compadecida

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel

O Senhor dos Anéis – As Duas Torres

O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei


O Senhor dos Anéis – Post

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segunda-feira, 27 de março de 2017

Viajei com: A Volta de Sherlock Holmes - Sir Arthur Conan Doyle



No post de hoje quero conversar com vocês sobre o livro A volta de Sherlock Holmes é uma coletânea que reúne treze contos de histórias do detetive Sherlock Holmes, que foram originalmente publicados na revista Strand Magazine, entre os anos de 1903 e 1904.

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A princípio, o conto O problema final, publicado no livro As memórias de Sherlock Holmes, publicado em 1894 seria o último conto do detetive.
Segundo Conan: “Eu temo que o Sr. Sherlock Holmes tenha se tornado um daqueles tenores que, tendo sobrevivido a seu tempo, ainda seja tentado a fazer despedidas repetidas para suas audiências indulgentes. Isto deve terminar e ele deve seguir o caminho de toda a carne, material ou imaginária.”
Mas após a publicação desse conto a revista perdeu inúmeras assinaturas, para prestar uma “homenagem” ao detetive, ele publicou depois o romance O Cão dos Baskeville (meu preferido) que se passaria antes do conto O problema final.
Após muito clamor dos fãs e uma excelente comissão, Arthur ressuscita Holmes nesse livro de contos, que reúne os seguintes contos:

A aventura da casa vazia
Outubro de 1903

A história começa com o assassinato em Park Lanes de Ronald Adair, filho de um oficial da colônia da Austrália. As autoridades não divulgam o nome da família e se veem perplexas com o mistério: Ronald Adair não tinha inimigos, exceto os de algumas vitórias em jogatinas, mas nada muito peculiar, e foi encontrado morto em seu quarto.
O doutor Watson se interessara pelo crime e resolve ir ao local e se depara com uma figura estranha, um velho deformado que carrega livros. Logo depois essa figura se revela como o próprio Sherlock Holmes, para assombro do velho doutor. Holmes conta os acontecimentos nas cataratas e como fora na verdade sua luta com o Professor Moriarty.


A aventura do construtor de Norwood
Novembro de 1903

John Hector McFarlane pede socorro a Holmes, pois está sendo acusado de assassinar Jonas Oldacre e queimar seus restos mortais. McFarlane é um advogado que foi chamado por Oldacre para fazer-lhe um novo testamento, no qual estava incluído. Por volta da meia noite Oldacre teria sido assassinado em sua casa em Norwood com a bengala do advogado, que se torna o principal suspeito.


A aventura dos homenzinhos dançantes
Dezembro de 1903

O sr. Hilton Cubitt encontrou estranhos hieróglifos na janela de sua casa, os códigos eram compostos por imagens de dançarinos em diversas posições, Cubitt julgou que fosse brincadeira de criança, mas ao notar o desespero de sua mulher ao ver os hieróglifos e a frequência com que os encontrava em diversas partes da casa acabou desconfiando, e pede auxilio a Sherlock Holmes.


A aventura da ciclista solitária
Janeiro de 1904

A srta. Violet Smith, após a morte de um tio desconhecido que vivia na África do Sul foi contratada por um amigo do tio para dar aulas de música a filha do mesmo, a casa onde Violet dava as aulas de música em Farnham, Surrey, bem longe da estação de trem, e todos os finais de semana Violet tinha o direito de visitar a sua mãe, e já que o patrão não tinha uma carruagem precisava ir a estação de trem de bicicleta, mas passa a ser seguida por um homem de bicicleta quando se dirige a estação.


A aventura da Priory School
Fevereiro de 1904

O dr. Thorneycroft Huxtable está em estado de choque quando se encontra com Sherlock Holmes pela primeira vez. Huxtable é dono de um internato em Holdernesse, a escola do Priorado, e recebeu um aluno ilustre em sua escola, o Lorde Arthur Saltire, filho do Duque de Holdernesse, porém Arthur desapareceu misteriosamente em uma noite, e junto a este desapareceu também o professor de alemão da escola, Heidegger. Diante da importância do fato, Sherlock Holmes entra em ação.


A aventura de Black Peter
Março de 1904

O capitão Peter Carey, é um marinheiro, apelidado de Black Peter, não pela cor escura de sua pele, mas pelas manchas escuras de seu passado. Mas Peter é assassinado com um arpão de aço, que foi enfiado em suas costas atravessando o peito do marinheiro. O investigador da Scotland Yard, Staniey Hopkins, é encarregado de investigar o caso, mas requisita a experiência de Sherlock Holmes, para evitar uma mancha em sua carreira.


A aventura de Charles Augustus Milverton
Abril de 1904

Holmes é contratado por Lady Eva Brackwell para recuperar algumas cartas que escreveu a um nobre jovem sem fortuna do interior antes de se tornar noiva do conde de Dovercourt. As cartas se encontram nas mãos de Milverton, um chantagista profissional, que ameaça mandá-las ao noivo se ela não lhe pagar sete mil libras por sua devolução. O envio das cartas seria suficiente para fazer com que o noivado fosse desfeito.
É um dos casos que mais gostei, principalmente pelo final.


A aventura dos seis Napoleão
Maio de 1904

O Inspetor Lestrade leva ao conhecimento de Sherlock Holmes e Dr. Watson, um caso que inicialmente não chamou muito a atenção do detetive, até que adquirir proporções suspeitas. Algum louco está destruindo bustos de Napoleão por todas as partes. Esse é o caso cuja motivação fica mais clara para os leitores, antes mesmo das explicações dadas por Holmes.


A aventura dos três estudantes
Junho de 1904

O Sr. Milton Soares, professor de italiano do College of Harvard, entrou em desespero após as provas para uma bolsa na universidade foram roubadas. Por se tratar de uma prova muito importante, pede auxilio a Holmes, para decidir se cancela a prova, ou descobrirem quem é o responsável e impedi-lo de concorrer a valiosa bolsa.


A aventura do pincenê dourado
Julho de 1904

Durante uma tempestade o inspetor Stanley Hopkins procura o auxílio de Holmes para um caso muito singular, o assassinato de Willoughby Smith secretário do professor Coram. O jovem havia sido contratado há pouco tempo, com a função de escrever o que fosse pedido por Coram e pesquisar assuntos para os livros do professor. Mas Coram acaba sendo assassinado com uma facada no pescoço, e em sua mão foi encontrado um pince-nez de ouro.


A aventura do “Three-Quarter” desaparecido
Agosto de 1904

Cyril Overton procura Sherlock Holmes por conta do desaparecimento de Godfrey Staunton, um famoso jogador de rúgbi, o homem saiu de seu quarto na faculdade e foi embora.
Amei esse conto, não pelo mistério em si, mas pelo processo de investigação.


A aventura de Abbey Grange
Setembro de 1904

A pedido de Stanley Hopkins, Sherlock Holmes vai a Abbey Grange, investigar o assassinato de Eustace Brackenstail, cuja morte ocorreu em presença de sua mulher amordaçada, a Scotland Yard desconfiava de um trio de ladrões que agia na região, mas Sherlock Holmes consegue solucionar o mistério.


A aventura da segunda mancha
Dezembro de 1904.

O desaparecimento de uma importante carta de um monarca europeu está prestes a ter consequências imprevisíveis quando o Lord Bellinger e o ilustre Trelawney Hope visitam Holmes em Baker Street.

Como a maioria dos contos de Sherlock, os presentes nesse livro são narrados por seu companheiro Watson. O gênero policial é meu gênero preferido, juntamente com fantasia. AMOOOO os livros de Sherlock Holmes.
Gostei MUITO do livro, mas em certos momentos senti que Conan Doyle não estava com a mesma empolgação do início, e os contos embora bons, ficam aquém dos primeiros.
Então é isso, fica MUITO recomendado os livros do Sherlock, são livros envolventes e são lidos rapidamente. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até a próxima.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Grandes Mestres (Volume 1 e 2) Editora Abril - Detalhes


Tudo bem com vocês??? No post de hoje quero comentar com vocês sobre os livros da coleção Grandes Mestres da Editora Abril.

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A coleção foi publicada em 2011, e é composta por 25 volumes, cada um dedicado a um pintor, a ordem de publicação foi: Leonardo da Vinci, Van Gogh, Monet, Michelangelo, Picasso, Dalí, Rembrandt, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Botticelli, Degas, Velázquez, Renoir, Goya, Cézanne, Manet, Modigliani, Kandinsky, Bosch, Matisse, Delacroix, Caravaggio, Rafael, Giotto, Rubens.

Eu tenho os dois primeiros e já li o primeiro, que infelizmente apresenta um número considerável de erros de digitação. Mas todos apresentam o mesmo projeto gráfico.


Todos os livros vem dentro de uma caixa de papelão resistente, e são ilustrada por uma obra importante do Mestre em questão.

O encaixe do livro dentro da caixa é muito bom.

O livro possui orelha, com informações sobre a obra.

Há MUITAS ilustrações ao longo do livro.

O papel é papel próprio para imagens, tendo muita qualidade a impressão.

Há uma pequena biografia do artista retratado no livro.

A obra apresenta sumário.


Além de trazer imagens da obra finalizada, o livro traz alguns estudos.

Cada obra presente no livro é acompanhada de uma breve biografia da obra.

Além de zoom nos detalhes mencionados.

Parte de trás do livro.











Então é isso, espero que tenham gostado, beijos e até a próxima.

quarta-feira, 22 de março de 2017

TAG: O Forninho Caiu


PERGUNTAS

1) “Canta… espera!” – Qual livro você teria aproveitado melhor se tivesse lido hoje?
2) “Desce, sobe, empina e rebola” – Qual livro fez você passar por várias emoções diferentes?
3) “Se pendura mesmo!” – Qual livro você leu por indicação de outra pessoa e não gostou?
4) “Eita Giovana!” – Qual livro fez o forninho cair pra você?
5) “Ahhhh” – Qual livro fez você chorar mais?
6) “Não entendi” – Qual o livro que você não entendeu nada?
7) “CORTA!” – Qual livro acabou sem ter um final?


LIVROS CITADOS

Cartas Extraordinárias

Inferno

Inferno (edição ilustrada)

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Perdido em Marte

Mundo Paralelo

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Viajei com: Asco - Horacio Castellanos Moya #PLM11


Tudo bem com vocês??? No post de hoje quero comentar sobre o livro Asco de Horacio Castellanos Moya.

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O livro faz parte do Projeto Lendo o Mundo, representando El Salvador. Horacio Moya nasceu em Honduras, mas se mudou aos quatro anos para El Salvador, onde se passa a história. O livro foi publicado primeiramente em 1997, e faz parte da coleção Outra Lingua da editora Rocco, dedicada a autores hispano-americanos.
O subtítulo do livro é Thomas Bernhard em San Salvador. Na nota, pós-escrito, Moya admite que o livro é “um exercício de estilo no qual pretendia imitar o escritor austríaco Thomas Bernhard, tanto na prosa, baseada na cadência e repetição, como na temática”. E devo confessar que a constante repetição dos fatos, me irritou, e não foi pouco. Levando em consideração o tempo gasto na leitura, e a quantidade de páginas do livro, demorei MUITO para lê-lo.
Mas do que se trata o livro? A historia do livro se passa durante uma “conversa” de bar, que está mais para monologo, entre Moya, o escritor da história e Edgardo Vega. Vega, após 18 anos morando no Canadá, retorna a San Salvador para o enterro de sua mãe. Vega, não está ali para uma ultima homenagem ou algo do tipo, está ali, pois é uma exigência de sua mãe, que em testamento determinou que para ter direito a herança, os filhos devam estar presentes em seu funeral.
O livro é narrado por Moya, uma jornalista e escritor, que depois de mais de vinte anos, reencontra seu amigo, mas Moya não tem uma única fala, ele apenas nos conta o que Vega reclamou com ele. Todo, ABSOLUTAMENTE todo o livro é um desabafo/ confissão/ jorro de reclamações e críticas por parte de Vega, tudo num folego só, sem paragrafo, ou capítulos, como se ele estivesse desesperado por “vomitar” todas as reclamações.
O título é bem sugestivo, Vega ODEIA, detesta, tem asco de San Salvador, ele não suporta nada referente à cidade e seu povo. Não tem como ter empatia por ele, ele é asqueroso. Embora seja obrigada a concordar com ele em determinados pontos, pois muitas críticas que ele faz poderia muito bem sem encaixar em VÁRIOS países latinos-americanos.
Esse é um livro incomodo, não são todos leitores que irão gostar desse livro. Devo confessar que as repetições foi o que mais me incomodou, me irritou MUITO, por isso dei 4 estrelas no SKOOB, mas o livro é bom e tem uma temática interessante. 

Gostei muito dos dois textos de apoio que estão no final do livro. Ajudam muito a compreender melhor a obra e sua estrutura. Então é isso. Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Como eu uso post-it


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quarta-feira, 15 de março de 2017

Citação: Os Colegas de Anne Frank - Theo Coster


Tudo bem com vocês??? Hoje quero trazer dois trechos do livro Os Colegas de Anne Frank de Theo Coster que me marcaram bastante. Em breve sairá um post sobre esse livro, em conjunto com o livro Eu Sobrevivi ao Holocausto de Nanette Blitz Konig, que é quem faz esses dois comentários:

“- Quem passou por um campo conserva algum tipo de trauma. É difícil bloquear essa parte da mente onde estão armazenadas tais lembranças, que volta e meia acabam vindo à tona nos momentos mais bizarros. E a única coisa a fazer é tentar conviver com isso.”

“- Quando a guerra acabou, eu parecia um esqueleto. Os ossos dos quadris quase despontavam sob a pele. Quando fui pesada no sanatório pouco tempo depois de a guerra acabar, estava com 32 quilos, de maneira que antes, no campo, deveria pesar ainda menos. Como se dá com as mulheres desnutridas, também deixei de menstruar. A menstruação é parte integrante do mecanismo de reprodução humano, e nós não estávamos em condições de reproduzir o que quer que fosse. Se não me engano, só voltei a ficar menstruada outra vez aos 17 anos – demorou mais de um ano até que eu estivesse saudável outra vez e alcançasse o peso mínimo para poder conceber. Estou lhe contando esse fato para que você tenha uma ideia do estado em que eu me encontrava.”

Como sempre repito:


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Então é isso. Beijos e até a próxima.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Viajei com: Como se Paixonar - Cecelia Ahern


Tudo bem com vocês??? Hoje quero comentar sobre o livro Como se Apaixonar da Cecelia Ahern.

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Christine é a dona de uma agência de emprego, mas sua empresa possui um diferencial, ela sempre procura o “casamento” perfeito entre: personalidade do cliente, responsabilidade do sérvio, ambiente de trabalho, remuneração, buscando a completa satisfação de seus clientes com sua nova carreira.
Mas ela própria não está plenamente satisfeita com a sua vida. Enquanto busca um lugar que lhe traga boas recordações. Numa dessas suas buscar ela encontra Simon. Simon está passando por situações difíceis e está tentando se matar. Christine tenta com ajuda das técnicas aprendidas em livros de autoajuda convence-lo a não continuar, mas não consegue.
Abalada com o ocorrido, Christine começa a refletir sobre a própria vida, se ela está valendo a pena ou não, e chega a conclusão que precisa buscar sua felicidade, e desiste do seu casamento sem amor com Barry.
Alguns dias depois ela encontra Adam, um DEUS GREGO DE LINDO, que não está em um momento muito bom, e a única saída que ele encontra para a solução de seus problemas é acabar com a própria vida. Christine ainda abalado por conta de Simon, tenta ajudá-lo. Adam cede, e dá uma chance dela o ajudar, mas a avisa que se em duas semanas nada mudar ele irá levar seu plano até o fim.
Gostei MUITO da história, a narrativa é envolvente e fluída. O livro é narrado em primeira pessoa, sobre a perspectiva da Christine, o que é interessante, pois sabemos apenas o que ela sabe e o que ela expõe. Gostei muito do final, embora previsível, mas é muito fofo, muito acalentador.
A história me fez refleti muito sobre como às vezes ficamos tão focados em determinados problemas que nos esquecemos das belezas, surpresas e oportunidades que estão ao nosso redor.
Outro fato mencionado no livro que me chamou muito a atenção é sobre a importância do apoio dos pais aos filhos, sobre a importância do dialogo entre eles. O pai de Christine teve de criar sozinho as três filhas, então ela as ouvia muito, tentando compreender suas necessidades, suas angustias, apoiando, mas não de forma incondicional, mas com equilíbrio, dando limites, dando amor, mas as preparando para tomar decisões, e isso é muito importante.
A leitura também é bem divertida, pois Christine busca soluções para as situações que está vivendo em livros de autoajuda, o que acaba não dando muito certo as vezes, além disso, o títulos dos capítulos começam sempre com: COMO..., como se fosse os livros de autoajuda que ela está lendo.
Então é isso pessoal, fica super recomendado a leitura. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até próxima.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll: Detalhes da Edição da ARX


No post de hoje estarei comentando com vocês sobre a leitura de Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, que foi lançado em 1865.
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A história de Alice é MUITO conhecida. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico e se envolve em varias aventuras e confusões. Eu li nessa edição incrível ilustrada pela Camille Rose Garcia, que tem ilustrações bem medonhas.


1º Folha

2º Folha

3º Folha - Sumário

4º Folha

Poema inicial

Todo começo de capítulo tem uma ilustração

Essas ilustrações são relacionadas ao capítulo.

E letras capitulares diferente.

As páginas no lado esquerdo possuem um desenho relacionado ao capítulo.


E ao longo dos capítulos muitas ilustrações.

E no canto direito há o título do capítulo. 



A obra está repleta de simbolismos e referências. E muitos estudiosos se dedicam na analise dos textos de Carroll. Uma das interpretações mais comum, defende que a história representa a adolescência, que ocorre de uma forma súbita e inesperada, assim como a queda de Alice na toca do coelho. Temos também as diversas mudanças corporais que Alice enfrenta, crescendo e diminuindo, entre outras coisas, o que gera confusão na cabeça de Alice, ao ponto de ela dizer que não sabe mais quem é após tantas transformações, o que se identifica com a psicologia adolescente e o velho dilema de ser pequeno demais para determinadas coisas e grande demais para outras.
O livro faz referencias a Guerra das Duas Rosas, que ocorreu entre duas famílias reais inglesas, os Lancaster e os York, que culminou na ascensão dos Tudor ao poder. A referencia é feita no capítulo oitavo, quando três cartas estão pintando de vermelho as rosas brancas, porque acidentalmente plantaram uma roseira de rosas brancas, cor que a Rainha odeia. As rosas vermelhas simbolizam a Casa Inglesa de Lancaster, enquanto as rosas brancas são um símbolo da casa rival York.
O livro teve várias adaptações para o cinema, televisão e teatro, sendo as mais conhecidas a animação de 1951 e o filme de Tim Burton de 2010.
Vamos aos meus comentários, gostei do livro? Gostei. Me apaixonei? Não. Como o livro tem essa pegada mais infantil e a história é muito NO SENSE, o que não me agradou tanto. É um livro ruim??? Longe disso, apenas não funcionou para mim. O livro possui uma continuação, Alice através do Espelho e o que ela encontrou por lá, que em breve será lido.

Então é isso espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.