quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Ler ou Não ler??? Eis a questão...

Essa semana vi um vídeo muito bom com o Danilo do Cabine Literária falando sobre a importância de se ler vários estilos de livros e não se ater apenas a um. Que, em minha opinião, complementa muito bem o vídeo feito pelo Gustavo, do Literatortura.
O engraçado é que eu estava justamente pensando em fazer um post sobre isso, motivada por uma pergunta que vi em um dos grupos que participo no Facebook (vou ser a mais genérica possível, pois a intenção não é criticar, nem ofender ninguém, e sim fazer uma discussão madura). A pergunta era “Qual livro você está lendo no momento”, e a resposta predominante era: Harry Potter..., e algumas resposta vinha acompanhadas de “pela sexta vez”, ou “término as Relíquias da Morte e volto para a Pedra Filosofal”. Os livros de Harry Potter sãos ruins??? Obviamente não, pelo contrário, e eu jamais falaria tal coisa, pois sou Potterhead assumida.
As demais respostas variavam entre: os livros do Jonh Green, do Nicholas Sparks, da Suzanne Collins, etc... Esses livros são ruins??? Novamente: NÃO.
O grande problema é que muitos leitores se prendem em um único tipo de escrita, não saem da sua zona de conforto, isso sim é ruim, pois o leitor acaba perdendo os grandes benefícios provenientes do hábito de ler: a expansão do vocabulário, ampliação da capacidade interpretativa e da postura critica, entre outros.
Cada autor tem sua maneira de se expressar, de abordar um determinado tema, de jogar com as palavras e quando lemos vários autores, absorvemos um pouco de cada um, e ampliamos nossos horizontes.
Isso não quer dizer que você não possa ter um escritor favorito, ter lido ou ler a obra completa dele. Quer dizer que você não deve ficar apenas nisso. Bom, para não ficar “chovendo no molhado” vou deixar o link dos dois vídeos.

Espero que tenham gostado, e peço que ajudem a divulgar o blog. Beijos e até a próxima.



Vídeo do Literatortura

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Viajei com: E Não Sobrou Nenhum (O Caso dos Dez Negrinhos) - Agatha Christie PAC #1

CAPAS ANTIGAS






CAPAS NOVAS - Globo Livros















Autora: Agatha Christie, ou como é conhecida A Rainha do Crime DIVA.

Título: Ten Little Niggers - Reino Unido
 And Then There Were None - Estados Unidos
 O Caso dos Dez Negrinhos – Brasil

O título foi alterado, pois a palavras “Niggers” – negrinhos, causou polêmica pela conotação racista, e hoje o livro é publicado como And Then There Were None ou E Não Sobrou Nenhum.

EU AO TERMINAR O LIVRO


Bom, essa é a minha reação mais comum ao terminar um livro da Rainha do Crime, mas nesse a reação foi mais intensa e duradora, com isso “E Não Sobrou Nenhum” se tornou de longe a minha obra preferida da Agatha.


VAMOS A OBRA

Oito pessoas são convidadas a irem para a Ilha do Soldado (no original Ilha do Negro), por uma pessoa misteriosa que aparentemente as conhece, cada uma sobre um pretexto diferente. Os convidados são:

- Juiz Wargrave                                  - Vera Claythorne
- Philip Lombard                                - Emily Brent
- General Macarthur              - Dr. Armstrong
- Antony Marston                   - Sr. Blore

Atendendo ao convite do misterioso anfitrião, todos comparecem ao local no dia e hora marcado. Ao chegarem na ilha eles descobrem que seus anfitriões não se encontram e os convidados são recebidos pelo casal de empregados recém-contratados, o Sr. e Sra. Rogers, totalizando 10 pessoas na ilha.
Os primeiros momentos na ilha decorrem maravilhosamente até o fim do jantar, quando a Sra. Rogers está servindo o café, uma voz – que ninguém conhece e nem sabe de onde vem – começa a acusar um a um, quando as acusações terminam todos tentam se justificar, mas até o momento tudo bem, são apenas acusações, a situação se torna tensa quando um dos convidados cai morto envenenado. O mais assustador é que as mortes seguem o poema infantil que é encontrado em cada um dos quartos:


Dez soldadinhos saem para jantar, a fome os move;
Um deles se engasgou e então sobraram nove.

Nove soldadinhos acordados até tarde, mas nenhum está afoito!
Um deles dormiu demais, e então sobraram oito.

Oito soldadinhos vão a Devon passear e comprar chiclete;
Um não quis mais voltar, e então sobraram sete.

Sete soldadinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles cortou-se ao meio, e então sobraram seis.

Seis soldadinhos com a colmeia brincando com afinco;
A abelha pica um, e então sobraram cinco.

Cinco soldadinhos vão ao tribunal, ver e julgar o fato;
Um ficou em apuros, e então sobraram quatro.

Quatro soldadinhos vão ao mar; um não teve vez
Foi engolido pelo arenque defumado, e então sobraram três.

Três soldadinhos passeando no zoo, vendo leões e bois.
O urso abraçou um, e então sobraram dois.

Dois soldadinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então sobrou só um.

Um soldadinho fica sozinho, só resta um;
Ele então se enforcou, e não sobrou nenhum.

A cada morte o medo e o terror aumentam, atingindo seu ápice quando eles descobrem que não há mais ninguém, além deles ali, ou seja, o assassino só pode ser um deles e que eles estão isolados na ilha. Mortes inexplicáveis então se sucedem. E a cada convidado eliminado, também desaparece um dos soldadinhos que enfeitam a mesa de jantar. Quem poderia saber dos dez crimes distintos? Quem se arvoraria em seu juiz e carrasco? Como escapar da próxima execução?
Fica a dica de um livro com um final incrível e surpreendente, e que é considerado pela maioria dos fãs da autora como uns dos melhores, senão o melhor livro dela.

Com a mudança de título, o poema também foi adaptado, o poema apresentado é o da edição da Globo Livros.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Destrua este Diário - Completo #4


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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Destrua este Diário - Completo #3


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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Viajei com: Trash - Andy Mulligan


Tudo bem com vocês??? O post de hoje será sobre o livro Trash de Andy Mulligan. O livro foi publicado em 2010.

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Sinopse: Não por acaso. Raphael, Gardo e Rato são adolescentes que vivem e trabalham no lixão de Behala, situado em um país de terceiro mundo não nomeado, mas que poderia ser qualquer um da América Latina. A ocupação deles é revirar o lixo em busca de plástico e papel, de onde tiram o sustento da família.
Dia após dia, sabem exatamente o que encontrarão: barro e mais barro. Ainda assim, sempre esperam por algo surpreendente, que altere essa difícil realidade. Até que eles enfim têm um dia de sorte – mas o bilhete premiado se mostra muito mais perigoso do que parecia.
O segredo está em uma bolsa encontrada em meio ao lixo, contendo um documento, algum dinheiro e uma chave dourada que pode abrir todas as portas da miséria que os enclausura – ou fechá-las para sempre.


O que é mais interessante nessa história é o fato de uma obra voltada para o público infanto-juvenil abordar temas como corrupção na policia e na política, a vida no lixão, de uma forma envolvente e com uma narrativa de fácil leitura e compreensão.
O país onde a obra se passa não é especificado, o que facilita muito a empatia com os personagens, e a identificação com as situações por eles relatadas.
A narrativa dos capítulos é intercalada entre os personagens principais: Raphael, Gardo e Rato, além de outros personagens que participaram da trama. Com uma fonte diferente para cada narrador.
Capa da edição da Cosac é muito bonita, e a diagramação é bem confortável a leitura.

Fica recomendada a leitura. Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Destrua este Diário - Completo #2


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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Balanço da MLF


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Belleville

Viagem ao centro da terra

Edições Ilustradas de Dan Brown

O Código da Vinci

Sangue de Tinta

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Viajei com: Belleville - Felipe Colbert


Tudo bem com vocês? No post de hoje irei compartilhar com vocês minha experiência de leitura do livro Belleville de Felipe Colbert. Esse é um livro nacional, foi publicado em 2014 e se passa em Campos do Jordão.

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SINOPSE: Se pudesse, Lucius aterrissaria em 1964 para ajudar Anabelle a realizar o grande sonho do seu falecido pai. De quebra, ajudaria a moça a enfrentar alguns problemas muito difíceis, entre eles resistir à violência do seu tio Lino. Claro que conhecer de perto os lindos olhos verdes que ele viu no retrato não seria nenhum sacrifício.
Sem conseguir explicar o que está acontecendo, Lucius inicia uma intensa troca de correspondência com a antiga moradora da casa para onde se mudou. Uma relação que começa com desconfiança, passa pelo carinho e evolui para uma irresistível paixão - e para um pedido de socorro.



O livro é narrado em primeira pessoa, e a narração é intercalado entre Lucius e Anabelle, o que me agradou muito, e o interessante é que no começo do capítulo não há indicação de quem está narrando, mas logo no primeiro parágrafo você já percebe quem está narrado. Outro ponto positivo é o fato dele não focar apenas no romance platônico entre os protagonistas.
Alguns pontos da história me lembram do enredo do filme A Casa do Lago com Keanu Reeves e a Sandra Bullock, mas o Felipe conseguiu dar uma roupagem nova e original a história.
Considero um livro bem escrito, com um enredo bem engendrado, apesar de a obra trazer um tema impossível de acontecer, a viagem no tempo, o autor consegue te convencer de que aquilo é possível, de que realmente está acontecendo.
A capa é belíssima. E a diagramação super confortável para a leitura, embora em minha opinião devesse ter mais páginas, contando mais detalhes, principalmente após os desfechos da história.
Fica recomendada a leitura. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até a próxima.



Uma coisa que me deixou encafifada é que se a montanha-russa apareceu para Anabelle em 1964, o porquê ninguém percebeu a existência dela depois desse tempo??? Sei que tem essa questão do tempo e alteração da história, o que é de dar nó na cabeça de qualquer um.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Minha Coleção de Harry Potter - Parte 2


1º Vídeo

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Destrua este Diário - Completo #1



Por motivos técnicos o vídeo de hoje foi adiantado. Os demais vídeos seguem nas próximas sexta.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Viajei com: Viagem ao Centro da Terra - Jules Verne

Olá... Olá... Olá... Tudo bem com vocês???
No post de quero compartilhar minha experiência de leitura do livro Viagem ao Centro da Terra do incrível Jules Verne.  O livro foi publicado em 1864 e faz parte das chamadas Viagens Extraordinárias de Verne.

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Sinopse: Para o excêntrico professor Otto Lidenbrock, encontrar um manuscrito antigo de dentro de um livro raro não é simples acaso. É um desafio, principalmente quando descobre que esse manuscrito é, na verdade, um roteiro escrito por Ame Saknussemm, célebre cientista islandês do século XVI, para uma das mais insólitas aventuras: uma viagem ao centro da Terra.
Na companhia do seu inteligente sobrinho Axel e de Hans, o corajoso guia, Lidenbrock parte em busca dos segredos das profundezas do planeta, onde nossos aventureiros deparam com rios de lava e criaturas pré-históricas, entre outras surpresas dessa fantástica jornada.


A história é narrada em primeira pessoa pelo ponto de vista de Axel, sobrinho do professor Lidenbrock, que mora com ele e o auxilia em suas pesquisas.
A escrita de Verne é muito detalhista, e suas obras contam com um bom embasamento cientifico, sendo assim durante a narrativa nos deparamos com vários termos técnicos da área de geologia e mineralogia, especialidades de Lidenbrock, então não se assuste. Li na edição da Editora Zahar e ela apresenta um texto de apoio muito interessante.
As obras de Verne de uma foram geral discutem certos assuntos científicos, muitos deles sequer cogitados na época, sendo o autor reconhecido como grande divulgar da ciência para o grande público, além de um grande visionário científico.
Em 2008, o livro foi adaptado para o cinema, com James Mason e os atores Brendan Fraser, Josh Hutcherson, Anita Briem, Seth Meyers. O filme é baseado na história de Verne, contando a história de um professor e seu sobrinho e uma guia, refazendo os passos do professor Lidenbrock.

Fica MEGA recomendado a leitura desse clássico da ficção científica. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até a próxima.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

TAG: Potterhead


Errata: eu vi a TAG no canal da Isabella Lubrado

No Potterish foi outra TAG, Preferências Potterianas

Texto sobre o Lupin

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Viajei com: Cidades de papel - John Green


Olá. Tudo bem com você??? Minhas férias chegaram ao fim, então bora voltar a ativa. No post de hoje irei comentar com vocês sobre o livro Cidades de Papel de John Green. Esse é o terceiro livro de John Green, e foi publicado em 2008, chegando ao Brasil em 2013 pela Intrínseca.

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Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Uma coisa é inegável, John sabe dialogar muito bem com o seu público-alvo, adolescentes e jovens adultos, abordando em suas histórias temas bem recorrentes nessa fase: as inseguranças, neuras, etc.; sem deixar o bom humor.
O livro é narrado em 1ª pessoa pelo Quentin, então vemos tudo sobre a ótica dela, e ele nos mostra o seu mundo e as pessoas com quem convive pelo seu ponto de vista, como ele idealiza e enxerga. Quem já leu os livros de John Green já percebeu que ele AMA metáfora, e claro que esse não seria diferente.
A escrita de John Green é super tranquila e a leitura flui muito rápido. Por esse motivo creio que seja um bom livro para quem deseja começar a ler mais.
Não curtir muito a capa, embora faça sentido para a história, não achei bonita. A diagramação é bacana, de fácil leitura e com as divisões entre as parte bem legal.

Então fica a dica de um livro muito bom, leve, mas com reflexões profundas. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até a próxima.