sexta-feira, 24 de julho de 2015

Projeto 52 x 5 #30 - Fico impaciente com pessoas que:

Olá, hoje teremos o post referente a 30º Semana do Projeto 52 x 5. E a categoria dessa semana é:


1. Insistentes: oh coisa chata.



2. Bisbilhoteiras: sem comentários.



3. Fazem perguntas idiotas: tolerância zero.



4. Não aceita opiniões/gostos diferentes: se sua opinião é diferente da minha, OK. Mas se a minha é diferente da sua já da treta, qual é a lógica?



5. São mal educadas, grosserias e estupidas: educação é sempre bom.




Espero que tenham gostado. Só lembrando, minhas férias acabaram, então as postagens continuaram sem periodicidade certas, estou bolando outro cronograma para o blog, de forma a organizar as postagens. Beijos e até próxima.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

TAG: As capas mais feias da minha estante

Olá, hoje teremos TAG, mas será uma TAG diferente, já fiz uma com as capas mais bonitas da minha estante, e fiz um post falando sobre isso - Edições Bonitas: frescura ou não? Então hoje inspirada pelo vídeo da Mell Ferraz, do Blog/Canal Literature-se, irei mostrar as capas mais feias da minha estante, por motivo que expliquei no post sobre edições, tenho poucas. Então vamos as capas:

Tantos quadros referente a mitologia mais bonitos...

Essa ilustração está nos quatro volumes.

Sem comentários.

O que dizer das capas antigas da Martin Claret???

O QUE SER ISSO?

As capas dos livros do Dan só começaram a melhor de O Código Da Vinci em diante.

Martin Claret... Ainda bem que eles mudaram.


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terça-feira, 21 de julho de 2015

Destrua este diário #6

Olá, Olá, Olá... Hoje teremos mais um post com minhas destruições... Agora passei da metade das atividades... UFA... Espero terminar até final de setembro e fazer um vídeo mostrando todas as destruições e a realização da última destruição. Então vamos ao post.

Esconda esta página no quintal do vizinho.

Reúna isentos mortos aqui.

Encha esta página de fita adesiva.

Desenhe os dedos dos pés.

Final.

Deslize esse livro por um longo corredor.

Dê um jeito de congelar esta página.

Mastigue isto.

Faça um aviãozinho de papel.

Embrulhe algo com esta página.

Pegue o diário sem usar as mãos.

Esfregue esta página em um carro sujo.

Contorne sua mão.

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Viajei com: O menino do pijama listrado - John Boyne PLM #6


Hoje irei falar sobre incrível O Menino do Pijama Listrado, escrito pelo irlandês John Boyne em 2007. Que foi lido para o Desafio Literário de 2015, para a categoria “Um livro de Drama”, e aproveitando o embalo, ele representará a Irlanda no PLM.


Achei muito interessante as informações da orelha do livro, que não traz uma sinopse da obra, e sim um vago comentário sobre ela, além de um aviso: “É muito difícil descrever a história de O menino do pijama listrado. Normalmente o texto de orelha traz alguma dica sobre o livro, alguma informação, mas nesse caso acreditamos que isso poderia prejudicar sua leitura, e talvez seja melhor realiza-la sem que você saiba nada sobre a trama”.
Infelizmente eu já havia assistido ao filme antes da leitura... mesmo assim a leitura foi maravilhosa. Mas se você pretendo ler o livro não procure resenha com spoiler ou detalhes da história, pois de certa forma vai quebrar o encanto da narrativa. Então meu resumo do livro será bem superficial.
A história é narrada em 3º pessoa, mas pela perspectiva de Bruno, um menino de 9 anos, então muitas coisas ele não consegue nomear, ou nomeia erradamente, e não entende a situação que então vivendo. Por esse motivo o começo é um pouco confuso, mas aos poucos vai se tornando mais clara, e o final é chocante e surpreendente.
Bruno mora em Berlim com os pais e a irmã, em uma casa enorme de 5 andares, e ele e seus melhores amigos exploram o lugar com frequência. Mas após um jantar com o Fúria, ele se vê obrigado a se mudar para uma casa menor chamada Haja-Vista, em um lugar desolado onde não há ninguém para brincar. Até que ele conhece Shmuel, que se torna seu novo melhor amigo.
Esse é o resumo da história (sem spoiler, sem muitas informações) para manter a surpresa durante a leitura. Uma curiosidade sobre a obra é que o autor afirma que escreveu a primeira versão da obra em dois dias e meio, UAU!
Uma adaptação para o cinema do livro foi rodada pela Heyday/Miramar, em Budapeste. O filme tem como atores principais o incrível David Thewlis (que fez o Lupin em Harry Potter), Vera Farmiga, Rupert Friend, Asa Butterfield e Sheila Hancock. Também ganhou um Oscar de melhor filme dramático.

Fica super recomendado o livro, espero que tenham gostado. Peço que ajudem a divulgar o blog.
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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Projeto 52 x 5 #29 - Filmes que me "falam ao coração":

Olá, esse post será para fazer o TOP 5 da semana 29 do Projeto 52 x 5. A categoria da semana é:


Vale a pena lembrar que os TOP 5 são pessoais, os filmes listados são os que me "falam ao coração" dentre os que eu já assisti, então antes que comentem: “faltou o filme...” lembre disso e que eu procure evitar adaptações de livros. Além disso os filmes a seguir merecem o selo “O CHORO É LIVRE PARA TODO O PÚBLICO”...


LINDO filme sobre amizade e companheiros... É baseado em uma história real que aconteceu no Japão. SINOPSE: Nos dias atuais, uma classe cheia de jovens estudantes estão fazendo apresentações sobre heróis pessoais. Um garoto chamado Ronnie se levanta e começa a falar de "Hachiko", cão de seu avô. Anos antes, um filhote de Akita é enviado do Japão para os Estados Unidos, mas sua jaula cai do carrinho de bagagem em uma estação de trem americano, onde ele é encontrado pelo professor universitário Parker Wilson. Parker é imediatamente cativado pelo cão. Quando Carl, o controlador de estação, se recusa a levá-lo, Parker leva o cachorro para casa durante a noite. Sua mulher Cate é insistente em não manter o filhote em sua casa.




INCRÍVEL... O filme fala sobre dislexia, mas como é um filme indiano só encontramos legendado. Me lembrei desse filme quando vi um vídeo do Luan Felipe sobre fracasso, muito BOM, o filme e o vídeo. Sinopse: Ishaan é um garoto de nove anos que não possui muitos amigos. Vive com sua família em uma pequena comunidade da Índia. Ishaan apresenta muitas dificuldades na escola, tendo sido reprovado no ano anterior e tendo risco de ser reprovado novamente. Já seu irmão é o melhor da classe, com notas altíssimas e um grande sucesso nos esportes também. Após uma reunião com os professores de Ishaan, que informam aos pais que o menino não apresenta avanços na escola, o pai decide enviar o garoto a um colégio interno para que seja disciplinado e consiga êxito nos estudos. Após um período em que Ishaan se sente cada vez mais triste e solitário, sofrendo severas punições dos professores.




Sinopse: Levando-nos através de um dia na vida de Ian e Sam, o filme começa mostrando diferentes eventos, como Sam se queimando com o bule, o relógio de Ian quebrando, Sam ficando com Coca-Cola derramada sobre ela e Ian ser interrompido por Sam durante uma reunião importante no trabalho. E no fim do dia: o rompimento e uma tragédia. Mas ao acordar tudo se repete, e eles tiveram uma segunda chance de concertar as coisas.



Sinopse: O filme retrata a história real de Chris Gardner, um pai de família que enfrenta muitas dificuldades financeiras, vendendo aparelhos médicos que ninguém quer comprar por serem muito caros. Gardner torna-se obstinado pela sobrevivência e sustento de sua família e sua procura pela felicidade e de sua família.





Abri uma exceção, pois esse filme é baseado na biografia de Nash escrita por Sylvia Nasar (que quero MUITO ler). Sinopse: John Nash é um matemático prolífico e de pensamento não convencional, que consegue sucesso em várias áreas da matemática e uma carreira acadêmica respeitável. Após resolver na década de 1950 um problema relacionado à teoria dos jogos, Nash se casa com Alicia. Após ser chamado a fazer um trabalho em criptografia para o Governo dos Estados Unidos, Nash passa a ser atormentado por delírios e alucinações. Diagnosticado como esquizofrênico, e após várias internações, ele precisará usar de toda a sua racionalidade para distinguir o real do imaginário e voltar a ter uma vida normal assim como seus amigos.

Espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima.

Projeto 52 x 5 #28 - Minhas maiores "neuras" e manias são:

Olá... Hoje Teremos dois posts, um relacionado a Semana 28 e mais tarde um o post relacionado a Semana 29 do Projeto 52 x 5. Vamos a categoria da Semana 28:



1. Tenho mania de dormir com coberta – mesmo no verão.
  
2. Organizar as pastas do computador (quando ainda não tenho uma pasta para colocar o arquivo deixo nos Downloads).
  
3. Tenho um marcador para cada livro, dessa forma, quando empresto um livro (o que não acontece com muita frequência), deixo um marcador dentro para a pessoa não ter dúvidas de como marcar e acabar marcando com a orelha. Gente, NÃO SE MARCA LIVRO COM A ORELHA!
  
4. Checar atualizações das redes sociais e do email sempre que possível.

 5. Arrumar minha estante por editora, por autor, por tamanho, e com os títulos pro mesmo lado...



Espero que tenha gostado. Beijos e até a próxima.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Viajei com: A Bussola de Ouro - Philip Pullman


O post de hoje será para falar sobre o MA-RA-VI-LHO-SO A Bussola de Ouro do Philip Pullman, que foi lido para a categoria “um livro de fantasia” (no mês de Junho) do Desafio Literário de 2015 – se você não sabe do que eu estou falando clique no link e descubra... E só posso dizer que AMEI... SURTEI... NECESSITO DA CONTINUAÇÃO PARA JÁ... SOCORRO. Respira, calma.


Este é o primeiro volume da trilogia His Dark Materials, publicada no Brasil pela Objetiva como Fronteiras do Universo. A série é formada pelos livros Northern Lights ou The Gold Compass (A Bussola de Ouro) publicado em 1995, The Subtle Knife (A Faca Sutil) publicado em 1997 e The Amber Spyglass (A Luneta Âmbar) publicado em 2000. Pullman também escreveu dois livros derivados da série: Lyra's Oxford (Oxford de Lyra) e Once Upon a Time in the North (ainda não publicado – Objetiva agiliza isso pelo amor de Deus).
A história do primeiro livro se passa em um universo paralelo e muito semelhante ao nosso, mas com uma diferença: os seres humanos possuem um dimon, que é a manifestação da personalidade da pessoa, e que tomam a forma de um animal (que enquanto o “dono” é criança ele pode mudar de forma, assumindo uma forma definitiva após a puberdade). Como um só ser, eles compartilham pensamentos, sentimentos e estão sempre juntos, e quando um morre o outro também morre.
Nesse primeiro livro o foco é na protagonista, Lyra Belacqua e Pan (seu dimon, que gosta de assumir a forma de um gato selvagem e de mariposa). Lyra é órfã e a única pessoa da família que conhece é o tio Asriel, mas que ela pouco vê devido as constantes viagens de exploração que ele faz. Ela fica aos cuidados do reitor da Faculdade Jordan e de uma criada da faculdade.
Lyra e seu melhor amigo, Roger, um ajudante da cozinha, exploram todos os espaços das dependências da Faculdade: tudo é brincadeira e diversão, mas isso muda quando ela entra escondida na Sala de Reuniões, e presencia uma tentativa de assassinato, além disso várias crianças começam a desaparecer, inclusive Roger, e ninguém sabe ao certo o que está acontecendo.
Vale lembrar que a figura de maior poder dentro do universo de Lyra é a Igreja, que possui vários “departamentos”, sendo cada um responsável por um determinado assunto e que por esse motivo essa obra foi considerada herética pela igreja (do nosso mundo – só para ficar claro...).
A forma como a história é narrada quase me enlouqueceu, não pelos elementos fantásticos da narrativa (que eu costumo aceitar e digerir muito bem), mas pelos pequenos spoiler que o autor vai dando ao longo da história que só aumenta ainda mais nossa curiosidade e desejo de saber mais e mais, “ela só descobrirá tal coisa mais para frente’, “por enquanto”... OH GOD... Porque? Onde? Como? Quando? Cadê?



Uma adaptação do primeiro livro da série, A Bussola de Ouro, foi feita para o cinema pela New Line Cinema e lançada em 2007. Embora seja relativamente fiel ao livro, o filme não aborda o filme relatado no livro, encerrando no fim da segunda parte do livro, além é claro do ritmo frenético (sem espaço para algumas explicações), e resumo: o filme é legalzinho, mas o livro é SHOW.

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Destrua este diário #5

OLÁ... Hoje teremos um pouco mais de destruição... De algumas eu gostei muito, e de outras nem tanto, mas vamos lá...

Página inicial.

Trace linhas grossas e finas.

Trace linhas quando estiver em movimento num ônibus, num, trem, caminhando. "A nova ondo do Imperador".

Pintura com a língua. Não gostei muito, mas...

Escreva uma palavra várias vezes.

Suba bem alto, deixe o diário cair.

Faça um movimento brusco, destrutivo, imprevisível com o diário.

Esconda uma mensagem secreta em algum lugar deste livro.

Dê para alguém sua página favorita.

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terça-feira, 14 de julho de 2015

Ódio - Florbela Espanca

Olá... Faz tempo de não compartilho poemas aqui no blog, então hoje quero compartilhar com vocês o belíssimo poema da Florbela Espanca, que conheci através da minha tia.

Ódio?

Ódio por Ele? Não... Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto,

Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Com um soturno e enorme Campo Santo!

Nunca mais o amar já é bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!

Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda!
Ódio por Ele? Não... não vale a pena... 


Espero que tenham gostado, beijos e até a próxima.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Viajei com: Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis PLM #5



O post de hoje será para falar sobre o incrível livro Memórias Póstumas de Brás Cubas do também incrível Machado de Assis. A princípio a obra foi desenvolvida como folhetim, e lançada entre os meses de março e dezembro de 1880, na Revista Brasileira, sendo publicado como livro em 1881.


Ele foi lido para representar o Brasil no PLM e como “um livro clássico” para o Desafio Literário de 2015 (categoria de Maio). Sendo escrita com tom irônico, cáustico e incrível, característica de Machado, Memórias Póstumas é considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.
O livro é escrito em primeira pessoa, narrado por Brás Cubas, que vai nós conta suas memórias conforme elas vão surgindo, e dessa forma fazendo a conexão entre os fatos. Brás inicia suas memórias com o que considero a melhor dedicatória que já li na minha vida:



Sim, Brás nós conta suas memórias após sua morte, do “além-túmulo”, e isso nós é informado no inicio da história. O narrador, Brás Cubas, em suas próprias palavras, não é um autor defunto, mas um defunto autor. Mas por que se utilizar de um defunto autor para narrar essas memórias? Bem, ele próprio nos explica:

Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitarse, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há platéia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.

Dessa forma, o autor nós conta sua história sem filtros, sem reservas, pois como está morto não com o que se preocupar com o julgamento social, coisa que ele já não fazia com muita frequência, pois sim, Brás era um grandessíssimo... filhinho de papai mimado.
Uma coisa que me chamou a atenção é a participação do Quincas Borbas, como amigo de infância de Brás. E um livro com um início incrível merece um final incrível:

Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de D. Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: — Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.


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