segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Viajei com: Harry Potter e as Relíquias da Morte - J. K. Rowling.

Chegamos ao último livro da incrível série Harry Potter, que foi publicado pela Bloomsbury em 2007 como Harry Potter and the Deathly Hallows, sendo traduzido e publicado em 2007 pela editora Rocco, como Harry Potter e as Relíquias da Morte, com 590 páginas.
Os membros da Ordem da Fênix decidem transferir Harry para A Toca (que recebeu inúmeros feitiços de proteção) antes do aniversario de 17 anos de Harry, data em que o feitiço acabaria automaticamente, quebrando assim o feitiço de proteção que Lilian proporcionou ao filho ao se sacrificar para salva-lo. Além de Harry, os Dursley são transferidos para outro local, por medida de segurança.
Harry se sente sozinho, deslocado: perdera os pais, o padrinho e agora o sábio professor. Mas antes de partir, Dumbledore mostrou a Harry a única forma de vencer Você-Sabe-Quem: encontrar e destruir as Horcruxes e antes do gran finale, Harry, Rony e Hermione começam à procura-las, tarefa essa que não será nada fácil. Mas enquanto for menor de idade Harry não pode fazer nada, sem se entregar nas mãos de Voldemort – que esta controlando o Ministério da Magia.
Por ser o último livro, onde todos os segredos, todos os mistérios serão revelados, fica extremamente difícil falar mais sobre a história sem dar spoiler – só posso dizer aos mais emotivos: preparem a caixinha de lenços, pois facas são enfiadas em nossos corações e recomendar fortemente a leitura dessa série - que vai além da magia e da fantasia, relata o amor ao próximo, o pensar no próximo e não apenas em si mesmo, o respeito as diferenças e o valor da amizade.
Considero que esse foi um excelente final de série, J. K. conseguiu amarrar todas as informações dadas ao longo dos 7 livros, não ficando nenhuma grande pergunta sem respostas (pelo menos não para mim), ainda mais levando se em consideração que temos o Pottermore, onde direto temos novidades e informações complementares sobre a série e sobre o futuro de alguns personagens.
Caso não tenha lido ou assistindo aos filmes vai o alerta: terá spoiler nos próximos parágrafos. Espero que tenham gostado, peço que ajudem a divulgar o blog.
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Alguns trechos destruíram completamente meu emocional, uns mais que outros, mas vou citar apenas dois que já foram mencionados aqui no blog:

- a parte em que Harry vê as memórias do Snape na penseira, isso logo após o professor ter morrido em seus braços. Memórias que revelam toda a essência de Severo, e explica as suas ações, digamos que muitos fãs pediram desculpas a ele depois dessa parte, O_/, e eu fui uma delas.

- a segunda cena que escolhi para comentar com vocês foi o momento em que Harry vai até a Floresta Proibida se entregar a Voldemort, e utilizando a Pedra da Ressurreição conversa com seus pais, Sirius e Lupin. Não é segredo para ninguém que sou muito apegada ao Lupin, e quando li que ele e a Tonks se casaram fiquei imensamente feliz, pois ela é incrível: divertida, inteligente, traria alegria a vida sombria e triste que Lupin vinha vivendo. E ele finalmente seria feliz, teria uma família para cuidar e ser cuidado. Então dona J. K. despedaça duas vezes meu coração no final de As Relíquias da Morte, a primeira matando eles e depois com a conversa que Harry tem com Lupin... Thanks very much J. K.


Capa original da edição britânica.


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