quarta-feira, 8 de outubro de 2014

TAG - Doenças Literárias

Hoje vou responder a TAG “Doenças Literárias”, não sei o nome do criador, mas vi no canal da Tatiane Fletrin, vou deixar o link do vídeo no qual ela responde a TAG: aqui. As perguntas da TAG relacionam livros com algumas doenças, então vamos nessa:


1. DIABETES: Um livro muito doce:



“A Moreninha” – Joaquim Manoel de Macedo, publicado em 1844. Li emprestado da biblioteca da escola, mas pretendo comprar – antes de reclamar da melosidade do livro LEMBRE-SE ele foi escrito no período do romantismo.
Sinopse: A história gira em torno de uma aposta feita entre 4 amigos estudantes de medicina - Filipe, Leopoldo, Augusto e Fabrício – nesta aposta Augusto (jovem inconstante no amor, afirmando nunca se apaixonar) se compromete a não ser apaixonar por mais de 15 dias pela mesma mulher, caso perca a aposta deve escrever um livro contando a sua derrota, e caso vença os colegas devem escrever um livro relatando a inconstância de Augusto (daí surge o livro A Moreninha). Logo no inicio eles são convidados a passarem um final de semana na ilha onde mora a avó de Filipe, onde conhecem a irmã e as primas de Filipe e o motivo da inconstância amorosa de Augusto.


AMO esse livro


2. CATAPORA: Um livro que você pegou para ler e nunca mais vai pegar de novo.

Difícil, pode ocorrer de não ter sido o livro certo no momento certo, me levando a não gostar da obrar. Mas, vamos lá.




Inocência – Visconde Taunay, publicado em 1872, classificado como transição do romantismo para o naturalista. Li como leitura obrigatória do ensino médio, o livro não me cativou, achei “deprê”, então não será relido.

Sinopse da Editora Melhoramento: Meados do século XIX, província de Mato Grosso. Imagine uma história com cara de Romeu e Julieta. No papel de Romeu, um tal Cirino, moço de bom caráter que atua como médico nos confins do sertão. Como Julieta, a bela e simples Inocência. Acrescente o cenário rural, um fazendeiro rude e autoritário e um vilão. Tempere tudo com um naturalista alemão, especializado em insetos. Prepare-se para conhecer uma típica história do romantismo regional brasileiro, que, por meio da ficção, retrata os costumes e o comportamento do sertanejo com direito a muita emoção, suspense e uma pitada de humor.



 3. CICLO MENSTRUAL: Um livro que você relê constantemente.


E Não Sobrou Nenhum - Agatha Christie, que já tem resenha no blog: Link.
Simplesmente AMO esse livro, já li umas 5 vezes, um dos melhores livros de romance policial que já li.



 4. GRIPE: Um livro que se espalhou como vírus.



E aí, esperando um do John Green??? Pois é, não li nenhum dele ainda, mas pretendo ler.
O Código Da Vinci – Dan Brown, publicado em 2003. Virou uma febre quando foi lançado, e gerou uma baita polêmica. Li em 2005 para a escola, e AMEI, antes de ser apedrejada em praça publica por heresia: NÃO LEVE AS COISAS TÃO À SÉRIO, é apenas uma obra ficcional. A descrição de Dan Brown é SHOW, eu viajei a Paris nessa obra, se levarmos apenas isso em consideração já vale muito apenas ler o livro.

Sinopse: Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles viram suspeitos e em detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeça que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.

Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. 



 5. ASMA: Um livro que tirou seu fôlego.

NOVAMENTE “E Não Sobrou Nenhum - Agatha Christie”, vou falar muito dele aqui no blog, se ainda não leu esse livro LEIA, é muito bom.



 6. INSÔNIA: Um livro que te tirou o sono.


Nesse caso não foi um, e sim 4 – os quatro livros da série As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bladley, que comprei por indicação da Tatiane Feltrin. Quando estava próxima do fim dos livros dava uma estendida na leitura – por que estava LOUCA para saber o que ia acontecer. A série é simplesmente maravilhosa. Há alguns livros que antecedem a série que pretendo ler futuramente, e estão na minha lista.
Sinopse: A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon - a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas.

Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de seu juramento de respeitar a velha religião de Avalon.  Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur. Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa da Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada. Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana. Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha. As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo temo real e lendária - desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada.

Igraine, Viviane, Guinever e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original.



 7. AMNÉSIA: Um livro que você leu mas não se lembra muito bem.


O Quinze – Rachel de Queiroz, publicado em 1930. Apenas me lembro que o livro retrata a seca de 1915, e a história de uma família de retirantes. Apesar de não lembrar da obra, um trecho ficou gravado:


“E Chico Bento pensava: ‘Por que, em menino, a inquietação, o calor, o cansaço, sempre aparecem com o nome de fome?’.”


Sinopse: O Quinze foi o primeiro e mais conhecido romance da escritora. A história se dá em dois planos: um enfocando o vaqueiro Chico Bento e sua família; o outro, a relação afetiva entre Vicente, rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora. Conceição é apresentada como uma moça amante dos livros e com tendências feministas e socialistas. O período de férias, ela passava na fazenda da família com a avó Mãe Nácia, no Logradouro, perto do Quixadá, onde morava seu primo Vicente. Com o advento da seca, a família de Mãe Nácia decide ir para cidade e deixar Vicente cuidando de tudo, resistindo. No segundo plano, Rachel apresenta a marcha trágica do vaqueiro Chico Bento com sua mulher e seus cinco filhos, representando os retirantes. Ele é forçado a abandonar a fazenda onde trabalhava. Com algum dinheiro, mantimentos e um animal, ruma para o Norte, onde há a extração da borracha. No percurso, o filho mais novo morre envenenado e o mais velho desaparece. Ao chegarem no campo de concentração, são reconhecidos por Conceição, sua comadre, que vai lhes prestar ajuda. Rachel conseguiu exprimir os anseios e angústias da sua região brasileira. Estou precisando reler. 


 8. DOENÇAS DE VIAGEM: Um livro que te leva pra outra época/ mundo/lugar.


A minha eterna PAIXÃO: Harry Potter, que dispensa qualquer apresentação, e a J. K. Rowling é FABULOSA na descrição, viajamos fácil, fácil para Hogwarts. Conheci a saga através do primeiro filme, no começo do ano letivo de 2002 minha professora de Português trouxe para assistirmos, tenho apenas 2 palavras para dizer a ela:


 

MUITÍSSIMO OBRIGADA POR ME APRESENTAR AO QUE CONSIDERO A MELHOR SÉRIE DO MUNDO (que fique claro: essa é a MINHA opinião).

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