segunda-feira, 24 de julho de 2017

Viajei com: O Conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas


Tudo bem com vocês??? No post de hoje irei comentar sobre o incrível O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas. A obra foi publicada originalmente em formato de folhetim, começou a ser publicada em 1844 e foi concluída em 1846. O que justifica alguns fatos dentro da obra.
Como estava planejando ler esse livro este ano resolvi fazer um projeto de leitura em conjunto. Começamos a leitura no final de Abril e concluímos na segunda semana de Julho e simplesmente AMEI esse livro.


O livro conta a historia do jovem Edmond Dantès, que é marinheiro no navio Pharon, do armador Pierre Morrel. Durante a viagem o capitão falece, mas antes ele pede a Dantès levar uma encomenda a Elba, onde está exilado Napoleão, que lhe entrega uma carta para ser entregue a um conhecido em Marselha, fato testemunhado por Danglars, contador do navio e desafeto de Edmond.
Depois de uma longa viagem, Edmond está ansioso por ver o pai e a noiva, a catalã Mercedes.  Após uma breve visita ao pai, Edmond vai visitar a noiva. Como ele será promovido, decide marcar o casamento o mais rápido possível.
Mas Danglars trama contra Edmond, juntamente com Fernand, primo de Mercedes e que é apaixonado por ela. Danglars escreve uma denúncia acusando Dantès de bonapartimos, denúncia essa entrega ao magistrado da cidade por Fernand, tudo de forma anônima.
Edmond é preso no almoço em comemoração a assinatura do contrato de casamento, que aconteceria logo em seguida. Dantès é tido como inocente pelo magistrado, mas quando menciona quem receberia a carta é encaminhado para a prisão – quem receberia a carta era o pai do magistrado.
Dantès passa anos na prisão, onde conhece o abade Faria, que ensina a ele tudo que sabe. Edmond consegue escapar e busca se vingar de todos que o traiu.
O livro é um senhor tratado sobre vingança. Edmond é uma pessoa muito astuta, ele consegue manipular as pessoas a sua volta e ao mesmo tempo em que consegue tirar o corpo fora. A forma como consegue seus objetivos é bem engenhosa, além disso, as análises filosóficas que Dantès apresenta são sensacionais.
Algo que me chamou a atenção foi que não há personagem de enfeite (e olha que há MUITOS personagens), nem trama para ocupar espaço (e o livro é bem grandinho, cerca de 1600 páginas), tudo é justificado e tem um por que.

Então é isso, espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

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