segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Viajei com: O Diário de Anne Frank

  
Tudo bem com vocês??? No post de hoje irei compartilhar minha experiência de leitura do livro Diário de Anne Frank.

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Para quem não sabe, Anne Frank foi uma garota judia, que durante o período da II Guerra Mundial, juntamente com a família (pai, mãe e a irmã), um casal de vizinho e seu filho, e um dentista. O esconderijo era numa espécie de Anexo do prédio onde seu pai trabalhava. O anexo que serviu de esconderijo foi transformado em um museu dedicado a Anne Frank e sua família.
Durante o período de cerca de 2 anos de esconderijo, que foi de 1942 a 1944, Anne manteve um diário, que posteriormente foi editado e publicado por seu pai. Há várias versões do diário, e essa é uma das mais completas em português. O diário foi localizado pelos colegas de trabalho de seu pai, que os ajudaram durante todo o período que ali passaram.
O diário começa quando Anne o ganha de aniversário, pouco tempo antes de serem obrigados a se esconder. Então de certa forma, no começo ela narra a vida de uma adolescente de 13 anos normal, pelo menos o tão normal pode ser num período de guerra, nessa primeira parte Anne comenta sobre a escola, garotos, vaidade; e claro sobre o andamento da guerra, as restrições cada vez mais severas para os judeus.
Por conta dessas restrições, o pai de Anne, organizou um esconderijo no prédio onde trabalhava, e aos poucos ele e a família foram levando mantimentos, roupas, utensílios de cozinha, etc; pois eles não poderiam depender inteiramente das pessoas que trabalhavam no escritório.
Quando eles se esconderam, os relatos vão se alterando, Anne começa a relatar mais a vida no Anexo, a rotina, o relacionamento entre os moradores, o constante autopoliciamento que viviam: moderar o tom de voz, evitar fazer barulho, em especial no período em que o escritório estava fechado, doenças, a tensão constante em que viviam por conta das invasões no prédio e o medo de serem descobertos.
Anne também aborda assunto como feminismo, relacionamento, família, politica de forma muito madura, apesar da pouca idade (entre 13 e 15 anos). Anne através de seus escritos demonstra ter sido uma pessoa sensível, perceptiva e sonhadora, além de uma pessoa cheia de vida e energia. E tudo isso torna a leitura ainda mais dolorosa para quem conhece o fim dos acontecimentos.
Essa edição da Record é uma das edições mais completas do diário, pois o pai dela editou e suprimiu algumas partes nas primeiras edições. E a própria Anne editou seu diário quando descobriu uma iniciativa do governo holandês de publicar os relatos da guerra, quando esta chegasse ao fim.  Essa edição conta também com um prefácio e um posfacio muito interessante.








Então é isso pessoal. Espero que vocês tenham gostado, beijos e até a próxima.

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