segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Viajei com: Morte Súbita - J. K. Rowling


O livro de hoje é um tanto quanto polêmico, pois muitas pessoas gostaram, outras se decepcionaram... Estou falando do livro Morte Súbita da incrível J. K. Rowling. O livro foi originalmente lançado em 2012, sendo traduzido e publicado aqui no Brasil pela Nova Fronteira também em 2012 (UAU).
Em inglês o titulo é Casual Vacancy, que faz referência não apenas a vaga aberta no conselho, mas a vacância causada, por exemplo, pela perda de entes queridos, de amigos. Mas tudo é nublado pelo final muito emocionante e triste. Já em português o título, Morte Súbita, não abre margem para essa interpretação.


A história se passa em um pequeno vilarejo fictício da Inglaterra, Pagford, e está dividido em sete partes: Parte Um (Vacância do Mandato de um Conselheiro), Parte Dois (Comentário Fundamentado), Parte Três (Duplicidade), Parte Quatro (Lunáticos), Parte Cinco (Privilégio), Parte Seis (Pontos Francos dos Grupos Voluntários) e Parte Sete (Combate à Pobreza).
Na primeira parte nos é apresentada a reações dos moradores de Pagford, ao saberem da morte de Barry Fairbrother, membro influente do Conselho Municipal. Acha falsidade...
A sua “morte súbita” abre uma vacância no conselho, e uma eleição deve ser realizada, a fim de suprir essa vaga. Mas não é simplesmente isso, a morte de Barry trás a tona uma velha questão que sempre dividiu os membros do conselho: o problemático bairro ‘Fields’, onde está instalada a clínica Bellchapel de reabilitação para viciados em drogas, deve continuar fazendo parte de Pagford, ou ser entregue à responsabilidade da cidade de Yarvil?
Barry sempre defendeu a permanência da clinica nos domínio de Pagford, mas outros membros do conselho defendiam a saída da clínica. Sendo assim, nada mais natural que essa seja a questão central da eleição que será realizada, e os candidatos são divididos entre estar a favor ou contra Fields.
Nesse livro, voltado para um público mais adulto, J. K. aborda temas como relações familiares, interesses políticos, hipocrisias sociais com muita acidez e ironia. Então fica a dica: não leia este livro esperando um novo Harry Potter, uma nova aventura fantástica, pois esse livro retrata antes de qualquer coisa o ser humano, em sua baixeza de sentimentos ou no que tem de melhor.
O livro foi adaptado para televisão pela BBC como um seriado de 3 episódios, o seriado ficou muito interessante, com algumas modificações, em especial o final, que ficou menos trágico do que o do livro.

Então fica a dica, espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima. E não se esqueça de participar do sorteio que está rolando na página do blog lá no Facebook: Viajando com Papel e Tinta.

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6 comentários:

  1. Fiquei muito curiosa para ler. Já adicionei na minha humilde listinha. Obrigada.

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    1. J. K. é amor... Ela destila sua acidez digna da Skeeter nesse livro.

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  2. Fiquei muito curiosa para ler. Já adicionei na minha humilde listinha. Obrigada.

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    1. "Humilde"... mal de todo leitor... uma lista de 400 ou mais de livros desejados.

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