segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Viajei com: As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky

OLÁ... OLÁ... OLÁ... Tudo bem???
Hoje quero compartilhar com vocês minha experiência de leitura do livro As vantagens de ser invisível de Stephen Chbosky. Eu ganhei esse livro da linda da Jéssica Rodrigues, de Amigo Secreto de Halloween no ano passado.

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O livro foi publicado em 1999, com o título The Perks of Being a Wallflower, o que numa tradução mais literal seria: os benefícios de um chá de cadeira, ou os benefícios de sentar e observar... ou algo do tipo. O livro foi traduzido e publicado pela Editora Rocco em 2007.
O livro é TODO narrado em cartas, que são escritas por rapaz de 15 anos, que mora com os pais e os irmãos, sendo ele o mais novo, o rapaz se denomina Charlie. As cartas são para alguém que ele conhece apenas de nome, mas essa pessoa não sabe quem é ele realmente e em momento algum nós descobrimos para quem são essas cartas, nem ao menos se é para um homem ou para uma mulher, pois ele sempre começa por “Dear friend”. Então de certa forma as cartas são endereçadas a nós, leitores.
As cartas são enviadas durante um ano, entre 1991 e 1992. Durante suas cartas Charlie nos conta sobre sua introversão, a descoberta da sexualidade, relacionamento com a família, o uso de drogas e outros assuntos comuns na adolescência. Durante o livro Charlie sempre menciona os livros que está lendo, que são indicações de seu amigo e professor de inglês, que o incentiva a escrever e a desenvolver a analise.
O irmão de Charlie está indo para a faculdade e sua irmã está no último ano e ele está com medo do ensino médio, pois sempre foi um garoto introvertido, além disso, Charlie apresenta alguma patologia psiquiátrica, não sabemos ao certo o que, mas ele precisou ficar internado quando criança e teme constantemente uma recaída, apesar de ser um rapaz muito inteligente e conseguir ótimas notas.
Algumas cartas são engraçadas ou cômicas, outras preocupantes e “tensas”, outras reflexivas. Por esse motivo é considerado polemico e banidos de algumas escolas no EUA. O livro trás vários questionamentos, como: até que ponto a amizade influência no comportamento de uma pessoa, ou é o nosso comportamento que nos leva a ter determinadas amizades? Qual o limite para os cuidados paternos, sem sufocar a personalidade dos filhos? E quando esse filho necessidade de um acompanhamento a mais??? Embora esses questionamentos não apareçam diretamente no livro, eles aparecem durante a leitura.
A obra foi adaptada para o cinema em 2012. A adaptação agradou alguns, desagradou outros... Levando em consideração que o próprio autor foi o diretor do filme, creio que deva te saído do agrado dele. Mas como adaptação de um livro que se passa basicamente na cabeça de um único personagem, foi uma boa adaptação.


Fica recomendada a leitura. Beijos e até a próxima.


PS: sobre a patologia psiquiátrica de Charlie, alguns dizem que ele é depressivo, já no filme ele foi tido como esquizofrênico. Nunca saberemos.

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