segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Viajei com: A Faca Sutil - Philip Pullman


Tudo bem com vocês??? No post de hoje quero conversar com vocês sobre o livro A Faca Sutil, o segundo livro da trilogia Fronteiras do Universo de Philip Pullman. Caso queira conferir o post sobre o primeiro volume é só clicar AQUI.

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Já conclui a leitura do terceiro e ultimo volume, A Luneta Âmbar, e posso dizer que gostei MUITO dessa trilogia, mas já fica avisado: se você é uma pessoa muito religiosa e não gosta de livros que questionam isso eu não te recomendo a história, pois eu sou evangélica, e não me considero extremista e mesmo assim certos pontos da historia me incomodaram.


Como se trata do segundo volume esse post terá SPOILER do primeiro volume. No primeiro conhecemos o universo de Lyra Belacqua (Lyra da Língua Mágica), no qual todos os personagens têm o seu Dimon, uma espécie de consciência externa, alma. Eu pelo menos tenho o hábito de conversar comigo mesmo, não em voz alta, universo de Lyra esse EU interior tem forma de animal e vive fora da sua cabeça.
Após vários acontecimentos, no fim do primeiro volume, Lyra e seu Dimon Pantalaimon atravessaram um ponte criada por Lorde Asriel e foram para outro universo.
Começamos o segundo livro sem saber o que aconteceu com a Lyra. No principio conhecemos outro personagem, Will Parry, que também tem 12 anos como Lyra, mas Will é muito maduro para sua idade, pois cuida desde pequeno de sua mãe com problemas psiquiátricos, sendo praticamente o homem da casa já que seu pai desapareceu em uma expedição para o norte.
Para piorar a situação, dois homens passaram a persegui-los, e questionar sobre o pai de Will. Em um incidente, Will acabou matando um deles, após esse incidente ele fugiu. Mas apesar de tudo, ele está muito obstinado a descobrir a verdade sobre o desaparecimento de seu pai.
Durante a fuga ele encontrou uma janela que levava para outro universo, sem pensar duas vezes, ele entra nesse mundo, que se mostra o melhor esconderijo que poderia imaginar. Nesse novo universo ele encontra Lyra.
Este segundo volume é um volume de transição: apresenta muitos mistérios, situações desesperadoras e seu clímax é um cliffhanger para o próximo volume. O que chateou um pouco, pois primeiro volume da série é maravilhoso; a história passa em uma velocidade incrível e as tramas acabam sendo fechadas de uma maneira excelente ao mesmo tempo em que ganchos são deixados para a continuação. Já em A Faca Sutil parece que o autor segurou muito a mão e deixou os impactos maiores para o terceiro volume.
Gostei muito da construção do Will, e de todos os mundos, achei muito interessante. A história é muito bem construída, embora eu tenha algumas ressalvas. Então é isso. Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

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