quinta-feira, 16 de julho de 2015

Viajei com: A Bussola de Ouro - Philip Pullman


O post de hoje será para falar sobre o MA-RA-VI-LHO-SO A Bussola de Ouro do Philip Pullman, que foi lido para a categoria “um livro de fantasia” (no mês de Junho) do Desafio Literário de 2015 – se você não sabe do que eu estou falando clique no link e descubra... E só posso dizer que AMEI... SURTEI... NECESSITO DA CONTINUAÇÃO PARA JÁ... SOCORRO. Respira, calma.


Este é o primeiro volume da trilogia His Dark Materials, publicada no Brasil pela Objetiva como Fronteiras do Universo. A série é formada pelos livros Northern Lights ou The Gold Compass (A Bussola de Ouro) publicado em 1995, The Subtle Knife (A Faca Sutil) publicado em 1997 e The Amber Spyglass (A Luneta Âmbar) publicado em 2000. Pullman também escreveu dois livros derivados da série: Lyra's Oxford (Oxford de Lyra) e Once Upon a Time in the North (ainda não publicado – Objetiva agiliza isso pelo amor de Deus).
A história do primeiro livro se passa em um universo paralelo e muito semelhante ao nosso, mas com uma diferença: os seres humanos possuem um dimon, que é a manifestação da personalidade da pessoa, e que tomam a forma de um animal (que enquanto o “dono” é criança ele pode mudar de forma, assumindo uma forma definitiva após a puberdade). Como um só ser, eles compartilham pensamentos, sentimentos e estão sempre juntos, e quando um morre o outro também morre.
Nesse primeiro livro o foco é na protagonista, Lyra Belacqua e Pan (seu dimon, que gosta de assumir a forma de um gato selvagem e de mariposa). Lyra é órfã e a única pessoa da família que conhece é o tio Asriel, mas que ela pouco vê devido as constantes viagens de exploração que ele faz. Ela fica aos cuidados do reitor da Faculdade Jordan e de uma criada da faculdade.
Lyra e seu melhor amigo, Roger, um ajudante da cozinha, exploram todos os espaços das dependências da Faculdade: tudo é brincadeira e diversão, mas isso muda quando ela entra escondida na Sala de Reuniões, e presencia uma tentativa de assassinato, além disso várias crianças começam a desaparecer, inclusive Roger, e ninguém sabe ao certo o que está acontecendo.
Vale lembrar que a figura de maior poder dentro do universo de Lyra é a Igreja, que possui vários “departamentos”, sendo cada um responsável por um determinado assunto e que por esse motivo essa obra foi considerada herética pela igreja (do nosso mundo – só para ficar claro...).
A forma como a história é narrada quase me enlouqueceu, não pelos elementos fantásticos da narrativa (que eu costumo aceitar e digerir muito bem), mas pelos pequenos spoiler que o autor vai dando ao longo da história que só aumenta ainda mais nossa curiosidade e desejo de saber mais e mais, “ela só descobrirá tal coisa mais para frente’, “por enquanto”... OH GOD... Porque? Onde? Como? Quando? Cadê?



Uma adaptação do primeiro livro da série, A Bussola de Ouro, foi feita para o cinema pela New Line Cinema e lançada em 2007. Embora seja relativamente fiel ao livro, o filme não aborda o filme relatado no livro, encerrando no fim da segunda parte do livro, além é claro do ritmo frenético (sem espaço para algumas explicações), e resumo: o filme é legalzinho, mas o livro é SHOW.

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