quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Viajei com: Jogos Vorazes - Suzanne Collins

Olá... Aproveitando o clima de estreia começarei a série de resenhas sobre a trilogia Jogos Vorazes – Suzanne Collins. Primeiro a resenha de Jogos Vorazes, que é o meu livro preferido da trilogia (não que os demais sejam ruins) e posteriormente farei de Em Chamas e A Esperança.
O primeiro livro foi publicado em 2008, sobre o titulo The Hunger Games (THG), sendo traduzido e publicado pela editora Rocco em 2010 como Jogos Vorazes com 400 páginas – a editora manteve a arte da capa original, que é linda, além do livro ter uma diagramação muito bonita (pena que não é capa dura).
  


Trata-se de uma distopia, que se passa no futuro, após vários desastres naturais e destruições provocadas por guerras, onde o que restou da América do Norte se tornou Panem, que é dividida em 13 distritos governados pela Capital, atualmente presidida por Snow. Não sabemos se existem outros países, ou se o único país restante seria Panem, isso não fica claro na obra.
  
Créditos na imagnes: aimmyyarrowshigh.livejournal.com & badguys.livejournal.com

Após uma rebelião mal sucedida contra a Capital, que resulta na aniquilação do distrito 13, é instaurado os Jogos Vorazes: todos os anos se realizam a Colheita, onde são selecionados um casal de jovens, entre 12 e 18 anos, de cada distrito, que são colocados em uma “arena” para lutarem até a morte, e apenas 1 sai vivo.
A protagonista do livro é Katniss Everdeen, 16 anos, vive no distrito 12 com a mãe e a irmã Prim (que acaba de completar 12 anos e participará da Colheita pela primeira vez).
O livro é narrado em primeira pessoa e em tempo presente – toda a história nos é apresentada pelo olhar da Katniss, o que me causou estranheza, por não está acostumada a esse tipo de narrativa. Mas me acostumei com o estilo após algumas páginas.
Nesse primeiro livro conhecemos o funcionamento dos Jogos e sua história. Confesso que eu pensei que não fosse gostar da Trilogia: primeiro pelo tema (pois imaginava que seriam tratados de forma exagerada e melodramática) e segundo pelo estilo da narrativa. Mas apesar disso resolvi dar uma chance, e não me arrependi, pois gostei muito da história.
As abordagens dos temas não foram exageradas e nem melodramáticas. Foram feitas de maneira que se passassem a tensão, o medo e todo o sofrimento enfrentado, sem parecer piegas ou apelativos. Traduzindo: Quebrei a cara legal...
Em 2012 estreou a adaptação para o cinema, que foi muito fiel a historia, a medida do possível, pois eles tiveram de adaptar uma narrativa de 1ª pessoa para 3º pessoa, então muitos pensamentos de Katniss acabam de fora.
Para complementar segue um vídeo, onde a autora comenta sobre a inspiração para escrever a trilogia:


Então fica a dica do livro e do filme, que são muito bons. Espero que tenham gostado, peço que ajudem a divulgar o blog.
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