segunda-feira, 11 de julho de 2016

Viajei com: Eu sou Malala - Malala Yousafzai PLM #9

  
Tudo bem com vocês??? No post de hoje o livro Eu Sou Malala da Malala Yousafzai com a jornalista Christina Lamb.

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Sinopse: Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou por seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012 ela quase por isso com a vida. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus enquanto voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.
A recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para os salões das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e em 2014 tornou-se a mais jovem vencedora da história do Prêmio Nobel da Paz.


O livro retrata a trajetória da luta de Malala e suas amigas para terem direito a uma educação, e também nos apresenta a vida sob um islamismo extremista manipulado pelo Talibã como forma de controle e opressão, principalmente sobre as mulheres.
Não só a escola foi negada as mulheres, o sair de casa também, as mulheres só poderiam sair de casa acompanhada por um parente próximo: pai, irmão, marido, filho. Até o uso de vacina era proibido, além da música, dança – e eram distorcidos versos do Alcorão para justificar essas proibições.
Gostei muito de conhecer melhor os costumes do Paquistão e do Vale do Swat, bem como conhecer mais da história desse país, desde sua independência até a tomada pelo Talibã. Não é questão da religião islâmica em sim, mas o extremismo religioso imposto por esse grupo.
Algumas pessoas podem achar um pouco parado o começo do livro, pois Malala faz um apanhado da origem de seu país, da infância dos seus pais, o que nos dá um panorama de como a situação do país chegou onde chegou, o que achei FANTÁSTICO.
Considero Malala uma pessoa incrível e corajosa. Admiro muito a garota e as dificuldades pelas quais teve que passar, além de sua honestidade. E podemos perceber como o apoio familiar foi importantíssimo para enfrentar tudo isso, pois o pai dela é muito mente aberta, e sempre lutou ao seu lado, ou ela do lado dele, por sua liberdade.
A capa e a diagramação são simples. No final do livro há um pequeno glossário, pois a narrativa trás alguns termos em árabe e urdu. No meio do livro há algumas fotos infância, da família e da Malala no hospital.





Fica recomendada a leitura. Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

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