segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Viajei com: E Não Sobrou Nenhum (O Caso dos Dez Negrinhos) - Agatha Christie PAC #1

CAPAS ANTIGAS






CAPAS NOVAS - Globo Livros















Autora: Agatha Christie, ou como é conhecida A Rainha do Crime DIVA.

Título: Ten Little Niggers - Reino Unido
 And Then There Were None - Estados Unidos
 O Caso dos Dez Negrinhos – Brasil

O título foi alterado, pois a palavras “Niggers” – negrinhos, causou polêmica pela conotação racista, e hoje o livro é publicado como And Then There Were None ou E Não Sobrou Nenhum.

EU AO TERMINAR O LIVRO


Bom, essa é a minha reação mais comum ao terminar um livro da Rainha do Crime, mas nesse a reação foi mais intensa e duradora, com isso “E Não Sobrou Nenhum” se tornou de longe a minha obra preferida da Agatha.


VAMOS A OBRA

Oito pessoas são convidadas a irem para a Ilha do Soldado (no original Ilha do Negro), por uma pessoa misteriosa que aparentemente as conhece, cada uma sobre um pretexto diferente. Os convidados são:

- Juiz Wargrave                                  - Vera Claythorne
- Philip Lombard                                - Emily Brent
- General Macarthur              - Dr. Armstrong
- Antony Marston                   - Sr. Blore

Atendendo ao convite do misterioso anfitrião, todos comparecem ao local no dia e hora marcado. Ao chegarem na ilha eles descobrem que seus anfitriões não se encontram e são recebidos pelo casal de empregados recém-contratados, o Sr. e Sra. Rogers, totalizando 10 pessoas na ilha.
Os primeiros momentos na ilha decorrem maravilhosamente até o fim do jantar, quando a Sra. Rogers está servindo o café, uma voz – que ninguém conhece e nem sabe de onde vem – começa a acusar um a um, quando as acusações terminam todos tentam se justificar, mas até o momento tudo bem, são apenas acusações, mas a situação se torna tensa quando um dos convidados cai morto envenenado. O mais assustador é que as mortes seguem o poema infantil que é encontrado em cada um dos quartos:


Dez soldadinhos saem para jantar, a fome os move;
Um deles se engasgou e então sobraram nove.

Nove soldadinhos acordados até tarde, mas nenhum está afoito!
Um deles dormiu demais, e então sobraram oito.

Oito soldadinhos vão a Devon passear e comprar chiclete;
Um não quis mais voltar, e então sobraram sete.

Sete soldadinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles cortou-se ao meio, e então sobraram seis.

Seis soldadinhos com a colmeia brincando com afinco;
A abelha pica um, e então sobraram cinco.

Cinco soldadinhos vão ao tribunal, ver e julgar o fato;
Um ficou em apuros, e então sobraram quatro.

Quatro soldadinhos vão ao mar; um não teve vez
Foi engolido pelo arenque defumado, e então sobraram três.

Três soldadinhos passeando no zoo, vendo leões e bois.
O urso abraçou um, e então sobraram dois.

Dois soldadinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então sobrou só um.

Um soldadinho fica sozinho, só resta um;
Ele então se enforcou, e não sobrou nenhum.

A cada morte o medo e o terror aumentam, atingindo seu ápice quando eles descobrem que não há mais ninguém, além deles ali, ou seja, o assassino só pode ser um deles e que eles estão isolados na ilha. Mortes inexplicáveis então se sucedem. E a cada convidado eliminado, também desaparece um dos soldadinhos que enfeitam a mesa de jantar. Quem poderia saber dos dez crimes distintos? Quem se arvoraria em seu juiz e carrasco? Como escapar da próxima execução?
Fica a dica de um livro com um final incrível e surpreendente, e que é considerado pela maioria dos fãs da autora como uns dos melhores, senão o melhor livro dela.
Com a mudança de título, o poema também foi adaptado, o poema apresentado é o da edição da Globo Livros.
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